Antes de começar o post, quero que saibam onde e como estou: sentada na poltrona 14C de um avião que ainda está parado em Buenos Aires. Tenho os olhos bem vermelhos e inchados de tanto chorar e, de quando em quando, cheiro meu cachecol que tem o perfume dele.

Queria fazer algo diferente no ano novo de 2010 para 2011. Meus últimos reveillons não tinham sido lá essas coisas e eu sempre acho que ano novo deve ser comemorado em grande estilo. Bom… Resolvi viajar. Conhecer gente nova, sentir aquela coisa boa que dá em viagem onde sempre temos vontade de viajar mais e percebemos que o nosso mundo é pequeno perto de tanta cultura e costumes diferentes dos nossos.

No dia 31 de dezembro, já em Buenos Aires, eu e uma amiga estávamos atrasadas para pegar o metrô e chegarmos até o hostel onde passaríamos a virada do ano. Taxi nem pensar, os taxistas cobravam uma nota até para quem era portenho. Descobri isso quando fui pedir informação pra um cara que tinha acabado de xingar um taxista que quis cobrar uma fortuna para ir a Palermo. “Opa! Palermo? É pra onde vamos também. Que tal pegar o metrô com a gente e nos ensinar a chegar no hostel?”

O nome dele era Octavio. Jornalista, 27 anos e super prestativo. Além de nos ensinar o caminho do metrô, nos levou até a porta do hostel em que íamos ficar mesmo estando atrasado para encontrar a família. Ano novo na Argentina é assim: todo mundo passa a virada com a família e depois vai pra alguma festa lá por volta das 2 da manhã. Já que o Octavio morava do lado do nosso hostel, acabamos encontrando ele no dia seguinte enquanto lia um livro e esperava seu jantar num pub perto do hostel. Resolvemos sentar um pouco com ele e bater um papo, sem aquela correria toda de ano novo. Ainda bem que a gente se encontrou sem querer de novo! Ele resolveu ser nosso “guia turístico” e nos mostrou seus lugares preferidos na cidade. Saía comigo e com a Gabi todas as noites apresentando bares que nenhum turista conseguiria chegar sozinho. Ele era tão legal e tão querido que, claro, Rebiscoito aqui se derreteu. Pensei até que tinha rolado um clima na noite em que ele nos levou no seu bar preferido. Ele falou de amores passados, signos, músicas… A gente tinha tudo a ver! Mas quando fui adicionar ele no Facebook, veio a bomba: ele era casado! E como se isso não bastasse, o nome da sua cara metade era: Facundo! Sim minha gente, UM HOMEM! Octavio era gay! Mas como assim, ele falou de ex namoradas, tinha fotos de garotas bonitas no Facebook dele e comentários heterossexuais… Confesso que fiquei sem entender nada e muito, mas muito frustrada por achar que aquilo poderia dar em algo. Não sabia como abordar o assunto quando o encontrasse de novo.. Então, achei melhor perguntar meio na lata. Ele riu, riu muuuito quando eu fiz a pergunta. Disse que nunca iria imaginar que alguém ia ver aquilo e acreditar. Na verdade, ele me contou que era casado com o primo no Facebook para comemorar que o casamento gay tinha sido legalizado na Argentina. Uuuuufa! Eu praticamente tirei uma bigorna das costas quando soube que ele era hetero e o clima tinha rolado SIM.

Ficamos e foi tudo muito lindo. Passei o resto da viagem com ele, super apaixonada. Tinha dias que nem dormia no hostel, só para dormir na casa dele. No dia em que fui embora, estava tão feliz que tinha dado tudo tão certo que nem chorei quando nos despedimos. Nós dois estávamos radiantes. Apaixonados. Que lindo nosso encontro! Que delícia esses dias que passamos juntos. Não havia motivos para chorar. A viagem havia tirado tudo de ruim que eu levei de São Paulo como corações partidos, amores impossíveis, relacionamentos difíceis… E eu havia descoberto que ainda era possível ser feliz, estava voltando revigorada.

Já no Brasil, trocávamos emails e cheguei a escrever uma carta linda pra ele e mandei pelo correio. Demorou a chegar mas ele adorou. Cartas escritas a mão fazem uma baita diferença. E foi tudo muito lindo porque, teoricamente, a gente nunca mais ia se ver. Talvez aí estivesse a graça da coisa toda. Mas eu voltei! Ele me disse que havia se mudado e queria me ver antes deu ir morar em Londres. Seria um reencontro regado a despedida. Aceitei, claro.

Cheguei lá no dia 27/06 e passei exatamente uma semana com ele. Nesse tempo, me dei conta que estou solteira há tanto tempo que nem me lembrava como era ter um namorado. Ou um “namorido”, já que fiquei na casa dele então foi praticamente um morar junto. É bom estar com alguém e saber que a pessoa vai estar com você no dia seguinte. Esperar ele voltar do trabalho, fazer alguma coisa pra gente comer juntos. Programinhas bregas de casal tipo ir comer fondue no frio ou resolver ficar na cama vendo filmes invés de sair para beber. Toda noite quando eu ouvia o barulhinho da chave na porta, meu coração dava pulos de alegria. Ele abria um sorriso e vinha me dar um beijo bem gelado da rua. E eu estava quentinha porque dentro de casa não desligávamos o aquecedor. “Ei… Vem aqui deitar comigo, você tá gelado! Deixa eu te esquentar…”. Acordar ao lado dele, dar um beijo de bom dia. Ficar de preguiça na cama até ter vontade de levantar. Sexo? Ótimo. Como é bom poder fazer sexo sempre que dá vontade. Ou ter vontade porque a pessoa ta simplesmente ali do seu lado e vocês se gostam, se curtem. Não tem preço estar com alguém que a gente goste e que também goste da gente. Pena que isso não é tão simples assim e, pelo menos pra mim, é muito difícil de acontecer.

Tivemos uma semana deliciosa e apaixonante. Claro que eu não queria voltar mas a minha realidade era outra. Acho que a gente precisa dessas fugas de vez em quando, pra pelo menos lembrar que a vida vale a pena. Não é normal estarmos felizes o tempo todo mas essas pequenas esperas nos fazem querer continuar vivendo.

Agora meu namoro acabou. Voltei para o Brasil e ele ficou lá. É impossível não imaginar o que ele está fazendo agora. Lembrar dele nos horários que ele volta pra casa e pensar: ontem eu estava lá esquentando a cama para quando ele voltasse. Viver isso foi bom para me lembrar o quanto é bom ter alguém. Assim que nos despedimos e eu entrei no taxi para ir pro aeroporto, percebi que a música que estava tocando no rádio dizia: “Adiooos Amoooorrr…” e me desembestei a chorar. Um misto de alegria, tristeza e surpresa com essas situações engraçadas que acontecem com a gente. Depois de algumas músicas, o taxista, olhando pelo espelho retrovisor do carro, me perguntou se eu queria que ele mudasse a rádio, porque pelo jeito as músicas só estavam piorando a minha situação. Eu disse que não havia problema, que não era culpa da música. Então ele me respondeu sabiamente: “… despedidas são tristes mas não precisam ser para sempre. Só depende de você!” eu concordei com a cabeça porque já não conseguia falar de tanto chorar.

A viagem de volta foi tranquila. Conheci 2 irmãos que sentaram ao meu lado no avião e eram super queridos. Passamos a viagem inteira conversando, o que me ajudou a não ficar chorando desesperadamente. Aliás, se algum deles estiver lendo esse post, me add no Facebook Fe ou Leo! Acabei não pegando o nome inteiro de vocês e… Sei lá, seria legal manter contato.

Solteira novamente, me preparo para ir pra Londres em agosto. Espero viver lindas histórias lá para poder dividir com vocês aqui no blog. Essa é a minha pequena espera de agora, que talvez não seja tão pequena assim. hehehe :)

Ps. gostou da história? Alguns meses depois da minha primeira viagem, escrevi um post sobre ele mas não publiquei porque achei muito grande. Se quiser, leia ele clicando aqui.

 
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36 comentários em “Um namorado por uma semana”

  1. Nhóin, Biscoita… :ó) Tenho certeza que Londres lhe reserva muitas histórias lindas, engraçadas e divertidas. Uma gracinha o layout do blog. Beijo!


  2. Desejo muito que você encontre mais do que procura nessa próxima viagem! :)


  3. Li, me identifiquei e…

    Chorei no meio da redação, com o seu post.


  4. Que história linda, achei que estas coisas só aconteciam em filmes.

    Quem me dera um dia conseguir alguém para chamar de minha, nem que seja por uma semana.

    Você passará quanto tempo em Londres? Sempre quis conhecer Londres, mas não tenho dinheiro nem sei falar inglês.


  5. Hawk,
    vou ficar 6 meses em Londres e depois um pouco na Europa. Também não falo inglês muito bem, por isso vou fazer 4 meses de curso de inlgês lá em Londres. Temos que aproveitar enquanto ainda é tempo! :D


  6. Juliana Marotti

    11/07/2011 a 20:54:47

    Que história linda!!! Espero que vocês se reencontrem mais vezes!!!

    Beijos


  7. Me identifico com suas histórias. Eu ainda acredito (um pouco) em “contos de fadas”, na valorização das coisas mais simples da vida… que muitos não ligam ou acham cafona e etc.
    A procura da pessoa especial ainda continua, ou, os destinos podem se cruzar :)
    Londres vai te fazer bem. Como um dia fará para mim tbm; Acredito nisso! :)
    E viver lindas histórias sempre! Assim teremos grandes histórias para dividir com várias pessoas e contar para os netitos [meio breguinha mas eu gosto X) ] rs

    Boa sorte pra você ;)


  8. Muito linda a história de vcs, digna de filme! (estilo o “antes do amanhecer”, meu filme de romance favorito) =)


  9. Renata,
    também AMO esse filme. E a continuação dele :)


  10. Tereza Bettinardi

    11/07/2011 a 21:38:51

    fofissimos!


  11. @alinefoguinho

    11/07/2011 a 22:38:33

    Amiga, que lindo né?
    Fiquei até emocionada quando eu li, e isso não é do meu temperamento hahahaah!
    Beijos, continue assim, linda, intensa e apaixonada pela vida!


  12. Massa!
    Tbm passei por uma história triste (ou feliz?), bem desse naipe, mas ela era americana e não dava pra ficar voltando de tempos em tempos.
    Haja grana e haja férias né.
    Muito bom seu texto.



  13. Ana Claudia N. L. Santos

    12/07/2011 a 01:11:26

    Reeee! Eh mto ridiculo falar que me emocionei e chorei??
    Ahh enfim!!! Linda historia, amei!!! E mais lindo ainda pq isso nao aconteceu num filme… Foi na SUA vida REAL!!!
    Nao somente vc se lembrou do quanto a vida eh linda, mas lembrou a cada um de nos!!

    E QUE VENHA LONDRES MINHA QUERIDA!!!! =)

    Beijosss,
    Aninha


  14. Ana Claudia N. L. Santos

    12/07/2011 a 01:13:03

    OBS: que bom que nao fui a UNICA emocionada aqui!!!


  15. Lindo… Felicidade por sí só não existe, são momentos bons como esses, que juntos nos transformam em pessoas felizes e você, tem tudo para ser muuuuito feliz! Continue sendo essa pessoa responsavel, linda e batalhadora que é, assim conquistará muitos desses momento… Bjkas. <3


  16. Não poderia deixar de comentar nesse post!
    Li até o final, e duas vezes.

    Que história linda.
    Sabe quando acaba um filme e você quer mais? To assim!

    Acho lindo essas aventuras de amo.
    Nunca vivi uma de verdade.

    Acho que preciso disso na minha vida!

    <3

    Linda


  17. Re, seu blog é um dos achados mais preciosos pra mim nos últimos meses. A maneira como você relata os causos da sua vida é deveras encantadora… dá pra perceber que seus momentos com o Octavio foram mágicos, espero que vocês se encontrem de novo em breve.

    Londres está pertinho, vai ser uma aventura completamente diferente! Já assistiu Closer? É um pouco cru e até triste, mas sempre que penso em Londres me vem esse filme na cabeça… me vem uma Alice fugindo para um lugar totalmente novo à procura de experiências novas.

    Enfim, vale a pena se ainda não tiver visto :)

    Bjs


  18. Paula,
    já vi Closer sim. Umas 5 vezes! hahaha adoro esse filme. É triste mas é muito real. Essa coisa da gente não poder confiar em ninguém além de nós mesmos. É meio assustador, mas muito verdade. O que estou fazendo indo pra Londres, é um pouco disso. “Fugir” da minha realidade, ver e viver coisas novas. Ando precisando disso pra dar uma revigorada, uma animada na minha vida sabe? Perdi muito do que era (e gostava de ser) no passado, não sei como nem pq. Então quero ver se me reinvento, me redescubro. Obrigada pelo comentário! Um beijão…


  19. Re, acho SUPER válida essa “fuga”. Se tem algo que aprendi no último ano é que nada te muda e inspira tanto quanto uma viagem para outro país, com uma realidade totalmente diferente da sua. Parece que abre a cabeça e expande a alma, né? Você vai ficar quanto tempo lá em Londres? Só não abandona o blog, conta pra gente tudo o que acontecer lá pq realmente estou curiosa pra saber como vai ser.

    Closer é triste mesmo, mas é o que você disse: é real. Sou apaixonada pela personagem Alice e pela consciência que ela tem que está sozinha no mundo e deve buscar a felicidade dela onde quer que seja – em londres, em NY, com um cara, sozinha, etc. Acho inspirador! :)

    Bjs bjs


  20. Re,
    não sei quantas vezes já disse que eu me identifico muito com as suas histórias. Mesmo as minhas não sendo tão frequentes quanto as suas, quando acontecem…

    Eu me sinto meio com 15 anos quando fico com expectativas se o clima rolou/não rolou/ vai rolar/nem sei mais. Tipo, como eu estou agora! hahaha

    Eu cheguei a falar pra você no twitter, acho. Fiquei com paixonite auditiva por uma biblioteca compartilhada do ITunes aqui da agência. Na época, eu não sabia de quem era, mas agora descobri. Fora o gosto musical inCRI, o cara preenche meus requisitos físicos (pelo menos. haha). Agora, tô sondando se ele é solteiro, porque, né? É NECESSÁRIO! Sou assim, eu me cerco, pra não dar um salto no escuro. Pena que ele trabalha em oooutro departamento e pouco temos contato. Eu quase nem o via. Daí, plim, depois que eu me interessei, eu o vejo toda hora. TODA HORA MESMO. Tá foda. hahahahaha!
    Como eu não sabia como começar um approach, estou mandando recados pelo nickname da biblioteca do ITunes. HAHAHAHA. Comecei hoje, pra falar a verdade, com um simples “Cadê suas músicas, Edu? :(
    Eu sou muuuito tímida e isso pra mim é foda, sabe?

    Mas, vamos lá, ver onde eu consigo chegar com isso! :)

    Bjs


  21. Menina,
    que coisa mais linda! Fiquei emocionada com seu texto.

    Curta muitooo cada dia que vc viver em Londres que, pra mim, é um dos melhores lugares desse mundão :D

    Muita paz e serenidade nessa nova fase.

    Bjs!


  22. Vanessa V.,
    meeeu que fofa! Eu lembro que vc me falou desse cara e já faz um tempinho até! Adorei a ideia de mandar recados pelo nome do iTunes, hahaha, afinal é o único jeito que vocês tem contato por enquanto, né? Mas não seja tão tímida, não tenha medo de surpreender o cara. O máximo que você pode levar é um “não” e isso não machuca ninguém ;)
    Bo sorte!


  23. casado! fuén fuén fóóón! haha.

    mas tuuudo bem, tudo bem!

    Obrigada! :)


  24. Ai que lindo, Rê!
    Adoro curtir os romances alheios, isso aquece o coração!
    Quem sabe algum diretor de cinema não cai aqui por acaso e essa sua história não vira um filme (que nem aconteceu com a Alê Félix)? haha

    Um beijo, e boa sorte menina!


  25. Que linda sua história. Acabei fazendo a mesma coisa que você no Ano Novo, resolvi fugir um pouco e acabei viajando no dia do Ano novo pra Inglaterra, não pra Londres mas em uma cidade pertinho pra estudar também. Apesar de não ter vivido nenhum amor lá, conheci pessoas incríveis e tive os melhores momentos da minha vida, espero que tudo isso aconteça com você também! Adoro ler seu blog. :)


  26. Lucas Duarte

    13/07/2011 a 02:52:21

    Pô, achei o blog por indicação de uma pessoa do twitter e já li trocentos posts, muito bacana essa história.
    Passei por algo semelhante, mas eu era bem mais novo (15 anos), fiz um intercâmbio pra Finlândia por 2 meses e no caso foi minha primeira namorada e paixonite aguda, ela veio pro Brasil 2 anos depois e ficamos mais 1 mês, mas foi só, foi bom enquanto durou.
    Agora vou passar 3 meses trabalhando nos EUA e tomara que seja interessante assim.
    Tomara que dê tudo certo pra você em Londres!
    Abraço.


  27. Rê, amei o layout novo do blog e amei o post! Você realmente tem talento e adoro o jeito como você escreve! Suas histórias são muito emocionantes hahaha adoro ler o blog :)


  28. Alyssa Lima

    13/07/2011 a 03:40:22

    É engraçado quando a gente acaba se dando tão bem com alguem que parece que esta estampado na nossa cara o que estamos sentimos, e o melhor, a pessoa sente o mesmo. Mas concordo com o que o taxista falou, despedidas são passageiras porque eu acredito que cada vez que você se lembrar desses bons momentos você acaba se aproximando disso tudo, o que não torna passado, o que não torna despedida, o que se torna entao passageiro. :)


  29. nossa, ficou parecendo que eu falei “tudo bem do cara ser casado. vou continuar investindo!” hahahaha. noooo! haha é uma missão encerrada, infelizmente. mas tá tuuudo certo! :)


  30. Vanessa V.
    nem achei que ficou parecendo isso. Eu também sou contra essas coisas mas que merda o cara ser casado, heim? :/
    Foi bom enquanto durou.


  31. Re, que linda essa história!

    Quase chorei, como é lindo.

    Sempre me identifiquei com as suas histórias, e agora estou sentindo o gostinho de como é bom ter alguém. Ser a preferida de alguém, como eu sempre digo.

    Vc é uma querida, como disse no orkut, eu era sua meia fã.
    Te acompanho a tempos, vc é ótima.
    =]


  32. A história do post é linda. Assim como o visu do blog, que eu ainda não conhecia.
    Adorei saber um pouquinho mais sobre o que tem acontecido por aí e poder torcer do lado de cá por você. :*


  33. Gustavo Nogueira,
    que comentário querido o seu! Sabia que a gente nem se conhece direito mas eu vou com a tua cara? Não sei, acho que você é do bem. Fiquei feliz com esse teu comentário, obrigada! :*


  34. Suas histórias são muito roteirísticas! hahah dariam um ótimo filme, ou uma minisérie..


  35. Nossa, chorei lendo esse post! Tô sentindo exatamente o mesmo, a dor da despedida. É difícil achar uma pessoa querida, com quem se tenha um relacionamento legal e um amor super gostoso, mas é mais difícil ainda encontrar essa pessoa e ter que deixá-la…



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