Engraçado como as pessoas e as conversas vem em horas que a gente mais precisa, né? Eu realmente amei todos os comentários e conselhos que vocês me deram no post anterior. De verdade. Me ajudou a clarear as ideias e ver o que realmente importa. Talvez eu só tenha tido mais certeza do que estava pensando, mas ler a opinião de outras pessoas que vêem a história de fora, ajuda muito a dar mais coragem para tomarmos nossas decisões. Eu ainda não estou 100% certa do que será o meu futuro, mas com certeza estou me sentindo menos insegura agora.

O Maikel passou uma semana na Holanda e voltou esses dias. Ter esse tempo sozinha também me ajudou a pensar e entender os meus medos e sentimentos. Colocava a música alta aqui no quarto, chorava, lembrava do Brasil, da minha família e de tudo que eu sinto falta da minha antiga vida. Liguei para alguns amigos que talvez pudessem me ajudar, tipo uma amigona da faculdade que está morando na Escócia há quase 2 anos, para saber mais como era essa coisa de passar muito tempo fora do Brasil sem saber quando exatamente vai voltar. Cultura, saudades, lar… Como será que vai ser a minha vida nos próximos anos?

Desci lá na cozinha para esquentar a minha sopa, e encontrei a Eunice, minha flatmate canadense. Ela é uma super querida, mas está se mudando aqui de casa com o namorado alemão. Não lembro ao certo como começamos a nossa conversa, eu geralmente só converso o básico com ela pois nunca acho que meu inglês é bom o suficiente para bater papos profundos… Mas esse papo que acabamos de ter na cozinha foi surpreendente. Tanto pelo meu inglês (que ela até chegou a elogiar, yei!), quanto pela história que ela me contou sobre a vida dela. Comecei a falar do Maikel e das minhas dúvidas sobre largar tudo para morar com ele na Holanda… E ela resolveu me contar como conheceu o Oliver, seu atual namorado.

Ela namorava um cara que conheceu pela internet, e ele era de uma cidadezinha pequena na Flórida, então eles namoraram a distância por muito tempo. Quando chegaram no limite da distância, Eunice resolveu que: ou terminava o namoro, ou ia viver com ele na cidade dele. Ela teve as mesmas dúvidas que eu pois sempre foi acostumada com cidade grande e tudo mais, mas mesmo assim resolveu empacotar tudo e ir em busca da felicidade com o seu amor. Colocou seu quarto na internet para ver se conseguia alugar e então um tal de Oliver entrou em contato com ela para saber mais sobre a vaga. Ela disse que a amiga que morava com ela queria apenas meninas, mas que ela ia confirmar se realmente não dava pra voltar atrás pois o cara parecia realmente legal. Enquanto a amiga decidia, Eunice ia empacotando tudo e cuidando da parte burocrática sobre mandar todas as suas coisas para a casa do namorado, comprar as passagens etc. E então a amiga decidiu: ela realmente queria uma menina. Mas conversa vai, conversa vem, Eunice e Oliver foram ficando meio amigos e um dia antes dela viajar ele veio para a cidade visitar os apartamentos que escolheu pela internet. Eles acabaram se encontrando, passaram o dias juntos e ela mostrou a cidade inteira pra ele. Eles conversaram por horas, e parece que o assunto nunca acabava. Sabe o filme “Before Sunrise”? Então… Ela estava a 1 dia de ir morar com seu namorado em outro país mas mesmo assim ficou intrigada quanto ao Oliver e o fato deles terem se dado MUITO bem. Mesmo com toda essa bagunça na cabeça, no dia seguinte ela partiu pro aeroporto. Por brinks do destino, os caras no aeroporto encanaram com o fato dela não ter uma passagem de volta e ela foi mandada para uma salinha X para resolver certas burocracias. Resumindo essa parte da história, ela acabou perdendo o vôo. Então, ainda no Canadá e sem seus objetos pessoais, que já tinham sido mandados para a Flórida, ela resolveu pegar um quarto num hotel até que conseguisse tentar embarcar de novo para a Flórida. O coração bateu mais forte e ela acabou encontrando Oliver de novo. E ele dormiu no hotel com ela. E depois dormiu de novo, na noite seguinte, porque o vôo seria dali a 2 dias.

No fim das contas, ela acabou indo para a Flórida. Conseguiu ficar lá por um mês, mas com a cabeça totalmente no Oliver Canadá. Então, assim como ela tomou a decisão de ir morar com o namorado da Flórida, ela resolveu voltar ao Canadá e ficar com o Oliver, que também tinha namorada na época e acabou terminando tudo para os dois ficarem juntos. Hoje, eles resolveram se mudar para Londres juntos, já que Eunice tinha provado a si mesma que namoro a distância não rolava. Agora ela arranjou um emprego aqui e o Oliver está se aplicando para uma universidade, para fazer alguma pós graduação ou algo assim.

Achei a história tão bonita e me identifiquei tanto… Principalmente porque ela tem 29 anos e ainda não tem certeza do que quer da vida, mas está tentando. Ela se muda com essa facilidade toda, toma decisões e acaba voltando atrás, porque nada é pra sempre. A gente está sempre mudando, evoluindo e pensando diferente, então precisamos mesmo arriscar por amor, por trabalho ou pelo que quer que achamos que vale a pena. Às vezes penso que o Maikel está se precipitando ao abrir o próprio negócio assim tão cedo e criando raízes naquela província minúscula que ele mora na Holanda. Mas quem disse que isso tem que ser pra sempre? Quem disse que talvez um dia ele resolva ir morar no Brasil comigo e abrir um negócio lá também? Ou, quem garante que eu não vá me mudar pra lá e conheça outro cara, talvez o vizinho, e me apaixone perdidamente por ele deixando o Maikel pra trás? Eu não tenho como saber o que vai acontecer, e nem quero, pra ser sincera. Estou vivendo a minha vida e colecionando histórias para contar, e acho que isso é uma das coisas mais importantes que podemos fazer por nós mesmos. Viver sem medo de arriscar e não se arrepender de algo porque deixamos de fazer, porque o chão é o limite. E a nossa casa sempre estará lá se a gente resolver voltar.

 
50
Compartilhe esse post:

50 comentários em “Quero ter uma coleção de histórias para contar”


  1. Sério, vc é uma das pessoas que eu mais admiro na websfera. Sua maneira de ver o mundo, de encarar as coisas e principalmente, a maneira como vc consegue transformar seus sentimentos em letrinhas e dividir com a gente.

    Não sou ngm pra te dar um conselho, só acho que é sempre válido seguir aquilo que nosso coração está falando e sentindo. Se vc quebrar a cara – o que é possível – , na pior das hipóteses, vc aprendeu uma licão. E lições, são sempre boas.

    Vai fundo! Aproveite o agora e colecione histórias! =D


  2. Isso ae Re sem medo de ser feliz, o máximo que pode acontecer, é não acontecer nada.
    Estamos aqui na torcida. Beijos Joatan


  3. Rê, onde você estiver: mesmo com passos incertos, siga a sua estrada! Os nossos amores são a nossa casa, e levamos com a gente no coração. Achei tão linda as duas últimas frases, só me seguro de chorar porque estou no trabalho, hahaha. Torcendo por você, lindona!


  4. Olá Rê, te adicionei no facebook, todos seus blogs no favorito e mesmo não tendo mais twitter vejo o seu todos os dias. Por que? Porque você me inspira.

    Tenho um sonho, as vezes até parece infantil, pois não sei muito bem o porque mas: eu quero muito ir para qualquer parte da Europa, mas, de preferencia Inglaterra ou Paris e tal. Mas esse sonho é mais do que conhecer os países, é mostrar para mim mesma que posso conseguir superar meus medos e dificuldades. Cresci com a família me dizendo que não posso e não consigo, mas o que mais quero é quebrar essa ideia.

    Vejo como suas atitudes super fofas e intensas fazem da sua vida tão especial, confesso que adorei sua mania de trocar e ver bilhetinhos!

    Mas na boa, vá em frente, “Estou vivendo a minha vida e colecionando histórias para contar, e acho que isso é uma das coisas mais importantes que podemos fazer por nós mesmos.” sempre concordei com isso, ter histórias gostosas para contar, lembrar e viver ou até mesmo histórias que não deram tão certo nos servem como lição para não fazer de novo ou fazer melhor. Vá em frente, a vida só é uma, e precisamos viver e não só ter uma vida (entendeu né? não sou tão boa quanto vc para expressar sentimentos em palavras). Muita gente não tem saúde ou facilidade física de ir e vir e querem viver intensamente mas não podem, nós que somos completamente dotados de saúde física muitas vezes não aproveitamos essa dádiva.

    Boa sorte Rê!


  5. Oi Rê,

    faz tempo que te acompanho pelo twitter mas nunca tinha lido seu blog até o post anterior, a pedido do meu ex, eu li e refleti muito sobre a minha vida. Sempre acreditei que um dia ia achar o amor da minha vida, e achei mas bem, talvez não seja bem o amor da minha vida, afinal não estamos mais juntos. Ou talvez isso não exista, não é mesmo? Ou talvez tenhamos vários amores durante a vida inteira.(o mais provável)
    Após meu término fiquei arrasada, achando que a minha vida não tinha mais sentido, afinal já tinha planejado uma vida inteira com essa pessoa. Agora entendo, sou nova, tenho 22 anos e muita coisa para viver ainda.Acho que meu medo não foi bem em perder um amor mas sim ter uma incerteza com relação ao futuro, porque antes estava tudo planejado e agora???
    Seu blog tem me ajudado a pensar e refletir no meu futuro e agradeço mtoo por isso, acho que o jeito agora é estabelecer novas metas e objetivos e tentar ser feliz. Se vou conseguir atingir essas metas, ser feliz e encontrar um novo amor, só o tempo dirá…quem sabe até isso não acontecer eu posso continuar lendo sua história e me inspirando a lutar por essa vida louca. E uma coisa q disse é mto certa e vou ampliar, sempre não importa q caminhos escolheremos sempre terá nossa casa e nossa família para voltarmos ou nos apoiarmos!


  6. Maiara,
    muito obrigada pelo seu carinho, achei lindo tudo o que você me disse… Mesmo que você tenha sido criada com essa ideia de que “não é capaz”, já acho que é um grande avanço o fato de você ter esse seu sonho e lutar para conseguir realizá-lo. Mas olha… Tem que correr atrás mesmo, heim? Só o fato da gente estar correndo atrás e não apenas epserando acontecer, já nos faz sentir melhor e isso eu te garanto. Espero que eu continue te inspirando… Se precisar de qualquer ajuda relacionada a viagem e tal, pode gritar por aqui ;D um beijão!


  7. Thuany,
    que bom que achou meu blog! E o mais interessante foi que o seu ex é que pediu pra você ler…. Por mais que não estejam mais juntos, com certeza ele ainda se importa com você. Estou com vontade de dar aqueles conselhoe de mãe, onde elas dizem que somos muito novas e um dia vamos entender e lidar melhor com essas situações todas. Porque realmente, como alguém com apenas 22 anos podia ter a vida inteira planejada? Eu acho que nem quando eu tiver 30 e poucos vou ter ideia do que quero “pra sempre”. Fora que tudo que a gente planeja, sempre acaba acontecendo de algum jeito diferente.. Então temos mesmo que superar as dificuldades e seguir em frente, em busca do novo que a gente talvez nem faça ideia do que seja. Obrigada pelo comentário e boa sorte na sua vida!


  8. Biscoita!
    Sempre acompanhei você pelo twitter e por aqui e digo : acho linda demais sua história. Admiro muito sua coragem e confesso que fico com uma pontinha de inveja (mas a inveja boa sabe!). Morar em uma cidade desconhecida, acabar de apaixonando e ter que tomar uma decisão que pode mudar sua vida para sempre. Concordo com nosso amigo aí de cima “Se vc quebrar a cara – o que é possível – , na pior das hipóteses, vc aprendeu uma licão. E lições, são sempre boas.” Tem que arriscar mesmo….você não tem nada a perder. Se por acaso der errado, você tentou. Melhor do que ficar com a sensação de arrependimento por não fazer. E mais, você sempre terá sua casinha aqui, seu porto seguro. Se joga lindona e seja muito feliz! Estou super emocionada lendo seus posts! Beijo Beijo!


  9. Gostei tanto do que li, Rebis! E entendo o que você está sentindo. Morei dois anos na Alemanha e voltei porque senti… saudades. A volta foi tão difícil quanto a partida. E até pouco tempo não poderia dizer ao certo se o lar era aqui no Brasil ou lá. Pretendia terminar a faculdade e voltar para a Alemanha quando então aconteceu aquela coisa inexplicável chamada amor. Hoje, casa é onde o Filipe estiver. É quem eu chamo de família, é quem eu quero e preciso do meu lado. Para onde vamos, se é que vamos, não importa realmente. E se você sente isso pelo Maikel, está no caminho certo. Vai fundo! Mas não deixe de colecionar histórias, como você disse que tem feito! Porque no fim, somente a experiência vivida nos pertence de fato. Amigos, família, carreira, alguns amores… tudo isso é perecível, transitório, se transforma porque você também estará transformada. Agarre o que é seu de fato. E a única coisa que nos pertence é a nossa história.
    Boa sorte e não se desespere! Um dia de cada vez. ;)
    Have a nice day!


  10. Anne,
    que legal! Eu lembro dessa época que você ficou um tempo fora, nem sabia que tinha sido na Alemanha. Rolou uma identificaçãozinha porque o Maikel é metade de lá (já que a mãe dele é alemã e mora lá com o pai dele, mas a casa dele na Holanda fica a uns 25 mins da casa dos pais na Alemanhã…). Legal que você acabou encontrando alguém e as coisas mudaram totalmente. Isso de não saber onde se sente em casa, ainda é muito louco pra mim, mas vou ver como vai ser quando voltar pro Brasil agora em fevereiro… As mil dúvidas permanecem, mas até que estou empolgada para essas mudanças. Como você disse, um dia de casa vez. Obrigada pelo comentário, um beijão!


  11. Simone,
    super obrigada! De verdade… :’)


  12. Ah eu acho que às vezes você tem que correr atrás de um amor futuro, afinal, a vida tem que continuar e pra continuar precisamos abrir mão de coisas do passado.


  13. Verdade, acho que me falta não só amadurecimento e sim sair da proteção que a minha vida me dá sabe? Mai, pai, essa teia formada que adquiri com a religião (sabe aquele não falando mal mas já falando? Não sendo preconceituosa mas já sendo?). Isso de nascer, crescer, reproduzir e morrer. Esse é o destino a ser trilhado com temor a Deus para não ficar só no morrer. Isso me trazia muito conforto. Porém, abandonei a crença em Deus e adquiri novas idéias e conceitos que não se organizaram ainda em minha mente, quase uma crise de identidade!
    Está totalmente certa, é que essa idéia de não saber o quero para sempre me deixa com medo do que está por vir…valew pela força, vou em busca do novo! E vou tentar não sofrer por ele, afinal, sou super ansiosa!!!


  14. Amei seu blog, a troca que faz com as pessoas e o espaço que todos têm de contar como passaram por tal situação ou não, o que pensam ou sentem ao ler seus posts! Ler o que você e outros disseram nesse post me deu um ânimo para novas experiências! Pois, tbm quero fazer uma coleção de histórias para contar!

    (nem preciso dizer q virei uma leitora assídua do seu blog)


  15. Thuany,
    um dos motivos que mais me fazerm ter vontade de escrever é essa troca de experiências. Porque isso me ajuda muito, e pelos comentários eu vejo que ajuda os outros também. Quando eu ia imaginar que meu blog, com textos sobre a minha vida, seria capaz de ajudar pessoas que estão a Kms de distância, e que eu nunca nem vou conhecer na vida? Sério, saber disso me causa um sentimento inexplicável de tão bom. E eu espero, cada vez mais, que consiga ajudar pessoas como você.

    Não tenha medo do futuro, pense em todas as mudanças pelas quais você já passou até hoje… Não foram tão ruins assim, foram? E muitas delas, até mesmo as que te fizeram sofrer, fazem de você o que você é hoje. Então sonhe, acredite, viaja, saia no ninho… A gente só tem a ganhar perdendo esse medo! Um beijão e boa sorte.


  16. Adoro suas reflexões pq fui pro Canadá agora passar férias e to pensando muito em ir morar lá por um tempo com o meu filho. Seus posts me dão uma força enorme pra dar valor ao meu sonho! :)
    Torço muito pra que sua vida seja sempre assim cheia de aventuras bacanas pra compartilhar com a gente! :)


  17. Acho que nunca comentei aqui, mas hoje merece..
    Apesar de histórias totalmente diferentes eu meio que me identifiquei aqui..frases que encaixaram no que to passando agora.
    Eu tenho só 17 anos e agora to na fase de decidir que faculdade fazer e etc. Minha cidade é minúscula e a única certeza que tenho é que devo sair daqui (por enquanto).
    Sempre fui meio indecisa nessa questão de faculdade, prestei três vestibulares, um para cada curso. E passei numa federal (há 2000 e poucos km longe da minha casa, numa cidade tão pequena quanto a minha). E desisti.
    Primeiro, que vi que não queria fazer mais o curso. E segundo, porque em um dos vestibulares que prestei, acabei me envolvendo com um menino, só que não passei lá.
    O coração tava apertado e eu botando milhões de empecilhos na minha frente. Eu sei, só tenho 17 anos, sou nova, não posso ficar fazendo isso…
    No fim de tudo, decidi fazer outro curso, e daqui uns 20 dias to me mudando pra cidade do menino. Claro, que 50% da minha decisão foi feita por causa dele, e agora fico com pé atrás de estar errada ao escolher isso, mas…
    Você resumiu tudo perfeitamente nessas frases:
    “Eu não tenho como saber o que vai acontecer, e nem quero, pra ser sincera. Estou vivendo a minha vida e colecionando histórias para contar, e acho que isso é uma das coisas mais importantes que podemos fazer por nós mesmos. Viver sem medo de arriscar e não se arrepender de algo porque deixamos de fazer, porque o chão é o limite. E a nossa casa sempre estará lá se a gente resolver voltar.”


  18. Olá, Re…
    Adorei o seu blog… ele me ajudou muito durante uma separação. Hoje, posso dizer que estou melhor, mas não totalmente recuperada. Quanto a sua decisão, siga seu coração. viva intensamente essa nova experiência. Conheço pessoas que tiveram medo de arriscarem e vivem até hoje presos no passado. Achando que aquela pessoa era a sua alma gêmea. Existem pessoas que passam pela vida e encontram vários amores e outras vivem apenas um. E como saber se aquela é a pessoa certa? Só saberemos se vivermos… Seja feliz…
    Estou torcendo por você…
    BEijus


  19. Você escreveu exatamente o que eu quis dizer no meu comentário do seu post anterior: “E a nossa casa sempre estará lá se a gente resolver voltar” (PAUSA, essa frase foi tudo, profunda e cheia de verdade)
    Por isso que eu tinha dito para não ter medo, sua família sempre, sempre, estará de braços abertos, você NUNCA perderá o colinho da sua mãe!! =)
    Adorei seu novo post! Você realmente sabe compartilhar com a gente um blog muito gostoso de ler, através dos seus sentimentos! ;)
    Beijo
    @gigitins


  20. Oi, Re! Sempre leio seu blog, acompanho você no twitter, mas ainda não tinha comentado! Adoro o jeito com o que você encara as coisas, principalmente porque me identifico muito com o que você pensa (talvez seja porque sou dessas de me apaixonar super fácil, lembro sempre de um post seu sobre amores de segundos no metrô! rs). Mas, principalmente agora, a minha identificação cresceu, porque tô me mudando pra Berlim em julho, pra estudar, exatamente porque quis mudar, quis conhecer coisas e pessoas novas e (quem sabe?) um amor… Ver como a sua vida mudou depois que você foi pra Londres é muito inspirador, viu?
    E fiquei feliz com o esse post, pois demonstra que você está mais tranquila com as consequencias das suas escolhas e que, acima de tudo, escolheu viver o presente. E não tem nada mais gostoso que isso, né? Se entregar ao presente, dar o nosso melhor… Tenho certeza que, independente das suas escolhas, você vai juntar ainda mais historias pra contar! (mas, olha, tô no time de rê-vai-com-seu-amado-ate-o-fim-do-mundo!)
    um beijo com carinho,
    Helena


  21. Que legal esse post, Re! Muito inspirador, de verdade. Continue vivendo desse jeito porque a vida é isso mesmo.


  22. Natalia,
    acho válido ele ter pesado muito na sua escolha, mas nunca deixe a sua felicidade depender dele. Vocês estando juntos ou não, faça a sua vida valer a pena e aproveite essa nova fase de mudanças! Esse é apenas o começo da sua coleção de histórias para contar! :)


  23. Helena,
    SUUUUUPER boa sorte na sua nova fase de vida. Berlim está na minha listinha de cidades que quero conhecer na Europa, e olha só.. Seremos vizinhas quando eu me mudar para a Holanda pois a cidade no Maikel fica a apenas 20 mins da fronteira com a Alemanha. Aproveite muuuuito e obrigada por resolver comentar aqui ;D


  24. Oie Rê (posso te chamar assim, certo?)!!!
    Então, leio sempre o seu blog e quase nunca comento, pelo simples fato de que meus comentários não são dos mais inúteis. No entanto, lendo este post e alguns comentários, decidi escrever porque, assim como à Maiara: Você me inspira!
    Vou contar minha historinha de amor com seu blog, ok? Diga se ficar chato (ou não leia! kkk).
    Tudo começou no começo de setembro de 2011 quando ganhei uma bolsa de intercâmbio, fazer dois anos do meu curso de Letras na Universidade de Coimbra, em Portugal. Tudo foi uma loucura total, dias de muita tristeza, vontade de voltar pra casa, medo de não dar conta, misturado a uma constante crise de pós-adolescência… Isso tudo sem contar a maldita solidão, que eu sempre achei que sabia lidar tão bem, mas que vinha de uma forma desconhecida e ridiculamente cruel.
    Foi aí que encontrei o seu blog!!! :D
    Entrava todos os dias, li todos os posts, e foi como se tivesse encontrado uma amiga que me dava conselhos nos piores momentos e divertimento quando tudo o que eu queria era me divertir. E toda essa “amizade” acabou me dando uma coragem imensa para “chegar” num garoto, “minha primeira paixonite em Coimbra”, como você diria… Essa é uma outra (longa) história, mas interessa dizer que foi a partir dos seus posts sobre “aproximação com desconhecidos” que o adicionei no facebook com o meu jeito doido, sem medo de ser feliz, e, surpreendentemente, resultou!!!
    Agora estamos namorando, coisa que eu pensei que nem sabia como “fazer” e que me dá um medo danado, me enche de confusões e aumenta um insegurançazinha que mora no fundinho do meu ser pseudo-confiante.
    Este último post me inspirou, portanto, a seguir tentando fazer dar certo esse namoro, sei lá, estou vivendo, arriscando, igualzinho uma amiga que nem sabe que é minha amiga me ensinou…
    Um beijo!!
    Que você tenha uma vida maravilhosa!
    Ah, e obrigada, né!?!

    p.s. desculpa ter falado tanto!


  25. Luana,
    nunca peça desculpas por deixar um comentário no meu blog, eu adoro! hahahaha
    E meu, sério que INCRÍVEL! Como assim eu te ajudei na solidão de Portugal sem nem te conhecer? Como assim eu te dei coragem pra “chegar” no seu atual namorado, sem nem ficar sabendo? hahaha sério, isso pra mim é mágico. Ganho meu dia quando leio alguém falando que, por causa de algum texto meu, eu mudei a vida dele. Eu escrevo sem a menor pretensão e não me canso de me surpreender quando leio comentários como o seu. Agora… PELO AMOR: me conta essa história do seu namorado, como tudo aconteceu? Pode contar aqui nos comentários pois eles são como se fosse um “post a parte” hahaha pois sei que muita gente também lê e vai gostar da sua história. Maaaas.. Se achar que é muito íntimo, me escreve por email? falecom@rebiscoito.com.br

    Um beijão, adorei!!


  26. Rê, não me lembro exatamente como achei teu blog, só sei que esse dia é histórico, porque mudou muito meu modo de pensar. Te acho uma pessoa sensacional, me espelho muito em você e posso dizer com toda a certeza que já modifiquei algumas coisas na minha vida baseada nas experiências que você nos expõe.
    Acho o máximo como você transcreve seu modo de ver a vida, tem simplicidade, carisma, sinceridade, nossa, te admiro horrores! Seu blog pra mim é como uma inspiração diária, já o li todo mais de uma vez e sempre me divirto com as situações que você passa. Eu não sei bem como expressar isso, mas você é o tipo de pessoa que a gente tem vontade de por numa estante e carregar como amiga pro resto da vida.
    Te dou todo o apoio do mundo nessa sua nova experiência, se joga! O que tiver de dar certo vai ser e pronto. Não tem meio termo.
    Beijão da sua fiel leitora, haha! (:


  27. Mirela,
    obrigada pela forçaaaa!!! Que querida… Essa história do potinho foi demais, hahahaha
    E olha, fico MUITO feliz em saber que te ajudei a melhorar seu modo de ser. De verdade! Um beijão!


  28. Chorei! De verdade.

    Eu sinto a mesma coisa que você, mas com um porém, estou de volta ao Brasil.
    E, desde que voltei, quero ir embora de novo, mas tenho medo. De não estar fazendo o certo, de ser muito arriscado. De não conseguir o que eu quero.

    Assim como sua amiga canadense, estou tentando um relacionamento à distância. E, realmente, não funciona nada bem. Sempre que estamos juntos é tudo lindo, mas a distância corrói. E o pior é que gosto dele demais, mas não consigo mais sustentar a relação desse jeito.

    E você, traduzindo o que muitas vezes eu sinto, me dá uma sensação boa de que não estou sozinha. De que há milhares de outras pessoas no mundo com as mesmas dúvidas e incertezas que eu (eu conheço várias).

    Me inspira a não desistir e a lutar pelo que eu quero. Tenho muito medo de fazer a minha família sofrer, mas eu sei que eles querem é me ver feliz e, como você disse, vão estar sempre aqui se eu precisar voltar.

    Obrigada!


  29. Caraca, como as coisas são incríveis. Mesmo eu aqui numa cidade do interior deste Brasil, vivo me identificando com as coisas que vc escreve de tão longe. Eu fiz este post aqui no meu blog http://migre.me/7zlK6 justamente falando sobre uma noite, uma ÚNICA noite em que conheci um Alemão e me apaixonei perdidamente. Citei o mesmo filme que vc citou, porque foi na mesma vibe. Uma pessoa que em apenas um único dia mudou minha vida. Acontece que, ele voltou para a Alemanha e prometemos continuar nos falando, mas ano passado, “namorei” pela net um noruegues. Me apaixonei perdidamente, me entreguei, abri meu coração, acreditei e nada. Sério, até hoje não sei o que faço com tanto amor que guardei para uma vida que não aconteceu. Por mais apaixonada que esteja pelo novo cara, o medo bateu na minha cara. Tipo, ficarei de novo conversando meses com um cara que mora longe para não dar em nada? As vezes penso que nem sei ao certo no que eu quero que dê. Morar junto? Casamento? Filhos? Sei lá, mas uma coisa é certa: acreditar e ver nada acontecendo? de novo não!
    Dai falei pro Alemão que queria ter conhecido ele numa época em que não tivesse com a cabeça tão zuada. porque agora, mesmo conhecendo ele apenas um dia, eu largaria tudo aqui pra ficar ao lado dele. Obrigada por dividir este história no blog, porque embora ele ainda não tenha me respondido, me sinto menos louca! hauahauhauahauhaua


  30. Jackeline,
    o amor faz coisas loucas com a gente, né?
    Sorte com os seus gringos e amores em geral. E não desista!


  31. Heeey, descobri teu blog no blog da Mylla (Hey London) e adorei … tenho 19 anos, não tenho certeza do que quero da vida, não sou fluente em inglês mas estou correndo atrás de uma família para ser au pair na Alemanha (se tudo der certo em abril estarei lá) … e teu blog me deu mais ânimo e não sei… uma sensação muito boa (:

    Beijos, Mônica!


  32. Renata, não a conheço pessoalmente mas definitivamente você é uma das mulheres mais incríveis que eu tive oportunidade de “conhecer”. (bizarro o que eu disse, hahaha)
    Eu estava aqui justamente pensando no que fazer da minha vida, se eu quero isso e aquilo. Toda minha insatisfação profissional e minhas dúvidas amorosas e leio um post incrível desse.
    “Viver sem medo de arriscar e não se arrepender de algo porque deixamos de fazer, porque o chão é o limite. E a nossa casa sempre estará lá se a gente resolver voltar.” Você disse tudo neste pequeno parágrafo.
    Deixamos de viver coisa incríveis pelo simples fato de poder dar errado. Mas afinal o que é certo e errado?


  33. Thiago,
    depois que a gente tenta… A gente vê que tinha TANTAS possibilidades que nem imaginava… Triste é continuar insatisfeito no mesmo lugar! Te dou a maior força :)


  34. Pode ter certeza que este seu post foi um grande incentivo para mim. Aliás, pretendo fazer o mesmo que você fez. Ir para Londres!

    Toda felicidade do mundo para você e o seu holandês. (:


  35. Esse lance de ser tocado, de forma não literal, é muito incrível! Lendo o final do post, quase te senti como uma velha amiga. Uma daquelas amigas boas, sabe? Pra quem você conta tudo sem medo de parecer isso ou aquilo. Ser só você. Minha atual situação não se assemelha a sua, mas a questão geral é quase a mesma. Hoje faz exatamente um mês que meu namoro acabou. Até escrevi por aqui sobre tudo que estava sentindo, quando era mais recente, ainda. As dicas do “como curar um coração partido” muito me foram valiosas. Apeser de não fazer tanto tempo, parece que as dores fazem parecer uma eternidade. Hoje, “respirar” já é mais fácil. Nem sei pq usei aspas, quando, realmente, o ato involutário do corpo humano de respirar, me foi tão difícil nos últimos dias. Nesses um mês, preciso contar algumas coisas, para poder explicar em qual ponto me identifico com você. Perto do ano novo, num daqueles “pits” de raiva (amor), peguei o telefone e mandei uma mensagem enorme para ela, dizendo tudo que havia ficado engasgado. Na verdade, tudo aquilo que vc sente quando é rejeitado e involuntariamente, mesmo quando o outro não te fez nada, dá raiva. Raiva de ter confiado, de gostar mais… de sei lá. Enfim, minha mensgem foi seguida de uma telefone aos prantos dizendo: eu não menti para você, eu não menti para você! Pronto! Nunca mais quis saber dela! Exclui os amigos, as redes sociais, os porta retratos. Por fim, chegou dia 16 (aniversário de namoro), e uma amgia me conta sobre um post no facebook dela: “dia 16, sinto tanta saudade”, seguido da letra de uma música. Aquilo me abalou, confesso! Saber que ela ainda pensa em mim, saudades, sentir-se amado! Não deu outra! Sabendo das notícias da chuva em São Paulo, mandei uma msg, mas uma mensagem bacana! Perguntando se o apê havia molhado, e me desculpando por dizer que odiava ela. Pedi para ela mandar noticias da “casa” vez ou outra. Cerca de uma hora depois meu telefone tocou. Isso era madrugadinha, perto das 2h da matina. Conversamos por duas horas, sem parar. Sobre as baladas que fomos, as pessoas que conhecemos, faculdade, cursos… EU FALO PRA CARAMBA! Não existiu um pedido de volta, lamentação, mágoa.. Era só a gente matando aquela vontade de conversar. Mas ficou subtendido que ela está bem. Ela diz que sente minha falta, mas não consegui mais lidar, justamente, com isso. A distância machucando e ela DEPENDENDO DE MIM para se sentir feliz. Ou seja, ela se sente livre. Eu entendo ela.. Hoje, quando respiro melhor, e isso não depende de saber sobre o dia dela, me faz bem. Mas, eu quero ela, entende? Saber que ela me ama, muda tudo. Eu sei, pareço uma idiota, não percebendo que se ela quisesse estar comigo, estaria. Eu deixei todas as portas abertas. Mas eu não posso querer que a forma dela amar, seja a mesma que a minha. Eu não posso querer que ela seja tão “eu faço tudo por amor” quanto eu sou. Quando contei para ela que irira para Campinas, em fevereiro, prestar um concurso, rolou aquela de dizer “fica aqui em casa…” seguida de algo que a gente nao diz, mas sabe que quer dizer: melhor, não. Ela VALE A PENA! Mas e eu? Será que ela vale tanto a pena, se abriu mão de mim? Será que eu continuo aqui fazendo meus projetos, meus cursos, meus amigos e deixo o tempo passar, ou largo tudo e vou pra São paulo? Até que ponto ela valer a pena pode fazer eu arriscar tentar provar que eu quero ela para mim! Meus amigos dizem que eu já deixei as chances no caminho, ela quem deveria procurar, mas ela está CERTA das decisões dela. Sou eu que a quero de volta. Então, é de mim mesmo que tem que partir as atitudes. Eu quero que o tempo passe e ela me esqueça realmente? A gente se esqueça… Não haja mais vontade de mandar mensagem, nem nada? ELA VALE A PENA! Eu vou me arrepender de não ter ido, ligado, tentando uma, duas, dez vezes? Não sei. Sei que existem muitas coisas novas para eu conhecer, mas valerão tanto a pena quanto ela? Se eu não for, estou renunciando uma coisa para o meu bem, ou é só medo, e se eu tivesse tentado, poderia ser melhor?


  36. UOU! Amanda, eu lembro do seu outro comentário, e a história ainda está rolando né… 1 mês realmente é muito pouco para as feridas estarem curadas, mas vendo de longe a solução é simples: viva a tua vida, seja feliz sozinha… Que se ela quiser, ela vai te procurar para voltar. Se não procurar, você está vivendo, colecionando histórias, não esperando que ela te liguei como quem não consegue mais fazer nada na vida… E se ela procurar, sorte sua! Mas talvez seja tarde demais então você já esteja em outra.

    Faça as coisas por você, viva bem consigo mesma. Acho que isso é o máximo que você pode fazer agora…


  37. Fernanda eu acho..

    20/01/2012 a 16:48:28

    “E a nossa casa sempre estará lá, se gente resolver voltar.” Você não sabe o quanto essa frase está sendo importante pra mim.. Não sei se posso dizer que estou na mesma situação que você, mas meu caso é no mínimo, parecido. Tenho 17 anos e acabei de passar no vestibular. Um sonho realizado, que inicia a realização de outro sonho que é estar na faculdade, me encontrar profissionalmente, ter uma carreira, amadurecer etc. Acontece, que eu sempre morei numa cidade relativamente pequena, no interior do estado e minhas férias sempre se resumiram à cidades menores ainda, onde está o resto da minha família.. Aí, me vejo tendo que mudar pra capital, onde não conheço quase ninguém e nem sei onde começa e termina uma rua. Essa semana fui fazer minha matrícula e me senti completamente perdida em meio a tantos prédios e pessoas estranhas. Me perderia dentro da universidade até, que por sinal é enorme. Fui ver o lugar onde eu vou morar, que não é dos melhores, mas é minha melhor opção por enquanto. Então, quando voltei pra casa, percebi o quanto era difícil deixar pra trás minha família, meus melhores amigos, o cheiro ou mal cheiro da minha cidade, meu quarto, meus livros, meu PC.. ou a certeza de assistir CSI Las Vegas todos as noites.. Percebi o quanto ficar longe disso tudo vai ser ruim, e quanta saudade eu vou ter.
    Então li o seu post e quer saber? Minha casa vai continuar aqui. Um pouco de mim vai ficar e vou lavar um pouco dessas coisas comigo. Pelo menos eu vou ter meu idioma, e acho que o sorvete que gosto vende lá também.. Enfim, estou mais corajosa agora, vou lutar por um objetivo, vou escrever minha história e isso não significa que eu não possa reler alguns capítulos. Não posso deixar que o medo seja o principal sentimento em um momento importante como esse, pois preciso ter foco. Preciso ser forte. Vou conseguir sabia? Vamos conseguir.. E nos feriados, a gente volta pra casa e pros raios de sol..
    Um abraço e boa sorte.. =)


  38. Re, li uma frase hoje que amei e que tem tudo a ver com esse post:
    Alguns chegam no pé da montanha e ficam imaginando o que teria do outro lado. Outros, sobem até lá para ver o que vão encontrar.

    ;)


  39. Nã,
    vi isso no seu FB e pensei a mesma coisa!


  40. Fernanda,
    que feliz você me fez com esse comentário! A situação não é a mesma, mas praticamente é. Você está indo em busca de um novo eu, uma nova vida, algo totalmente diferente e talvez até assustador. Mas depois que você se adaptar e se auto-conhecer melhor vai ver que valeu muito a pena e esse foi o primeiro passo da sua nova história. Do seu novo eu. Você vai se reinventar, se conhecer muito mais e ver que é capaz de coisas que nunca imaginou. Veja isso como uma mudança boa. Olhe para frente e não para o que está deixando pra trás. Mesmo porque… Não ficará pra trás, pois assim como eu disse, você poderá voltar quando quiser. Muito boa sorte!


  41. Que texto lindo, Rê! Lágrimas nos olhos aqui! :)


  42. Me emocionei com essa história, de verdade! Quando é pra ser, não tem jeito né? Acontece de qualquer jeito. Outro dia assisti esse filme e amei! Já assistiu a continuação? “Before Sunset”?


  43. Ary,
    já sim, assim que vi o primeiro TIVE que ver o segundo. Entram pra lista top dos filmes que mais gosto!


  44. Biscoito!,
    Conheci o seu blog atraves da STB,e desde então venho acompanhando.
    É Incrível como ainda existem pessoas que tem um Espírito tão aventureiro como o seu,há pessoas que não tem coragem de nem colocar o pé na rua,ou melhor,sair da zona de conforto.Acho que você não deve deixar levar pelas suas preocupações,acho que isso é um sintoma natural de “Saudade”.Ninguém sabe se tudo dará certo,mais quem é que esta aqui para provar o contrario?,o que é a vida sem riscos?.Torço muito por você,te desejo a maior felicidade do mundo!,Boa sorte com a sua nova vida :) ,e lembre-se: Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre.


  45. Caramba, que texto lindo. Desde que você começou sua história com o Maikel que eu acompanho por aqui (quietinha, eu sei). Fico torcendo como se fossem o casal de mocinhos da novela. Sou uma romântica incurável mesmo.

    E quando leio sobre jogar tudo pro alto, enfrentando toda a insegurança do “tudo novo”, fico pensando em quanta coragem é necessária, e paro pra me colocar no lugar.

    É aí que eu vejo o quão admirável é uma pessoa que arrisca. Eu evito sempre, mas admiro muito que o faz.

    Se conselho fosse bom, eu diria vá em frente. Mesmo se der errado. Mesmo se der certo. Quem vai saber? Como você mesma escreveu, é melhor nem saber. Melhor mesmo é viver, né?

    Adorei esse post, num nível que mesmo deitada quase dormindo parei pra comentar pelo celular (e nem sei se isso vai funcionar haha).

    Beijo e boa sorte!


  46. Stephanie,
    funcionoooooou e eu fiquei mega feliz com o comentário. Suuuper obrigada!!!


  47. Dani Rodrigues

    12/03/2012 a 05:42:14

    “Viver sem medo de arriscar e não se arrepender de algo porque deixamos de fazer, porque o chão é o limite. E a nossa casa sempre estará lá se a gente resolver voltar”.

    Confesso que já tinha lido esse posts algumas vezes. Mas hoje eu precisava ler essas duas frases com muita atenção. Mocinha, tks por escrever algumas verdades que, por mais que saibamos, só soam verdades proferidas por terceiros.

    Belo texto :)


  48. Dani,
    obrigada! Sei também o pq dessa frase fazer sentido pra você. Força ai, hoje e sempre! Fico feliz de “ajudar” dessa forma :*


  49. Ai que história LINDA a dela *-* Muito história de filme, como sonho pra minha vida. E admiro a coragem dela.
    É isso aí, a vida é eita de constantes mudanças.



Deixe seu comentário