O pessoal da Cupcakeria entrou em contato comigo para fazermos um sorteio delicioso aqui no blog!

Pra você que é formiguinha como eu e adora comer doces, vamos sortear uma caixa com 4 cupcakes lindos e deliciosos! Semana passada fui no quiosque da Cupcakeria lá no Shopping Pátio Paulista e garanti que os cupcakes deles são lindos e gostosos. Tem vááários sabores diferentes e é impossível não ficar com vontade de comer. Mas são tão lindos que dá até dó!

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Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que esse é o tipo de filme que eu nunca alugaria.


Odeio comédia romântica, e olha a capa xexelenta que fizeram para o filme aqui no Brasil. Além de feia, é até meio mal feita. Continue lendo…

 
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Você já teve algum?

Ontem assisti um filme que queria ter visto ano passado e ele meio que me deu uma luz sobre a vida. Já pararam pra pensar quantas vezes amamos alguém sozinhos? Na verdade a gente só percebe que amou sozinho quando já parou de amar, porque daí já estamos pensando mais com a cabeça e não com o coração. É nessa hora que percebemos o quanto fomos idiotas de não enxergar os sinais. Por isso dizem que o amor é cego! Você fica completamente cego e não percebe o que realmente acontece ou acaba querendo fechar os olhos de propósito. São aquelas famosas chances que a gente dá pras pessoas quando não queremos desistir delas.

O filme Amores Imaginários (Les amours imaginaires ou Heartbeats), conta a história de 2 amigos: Francis e Marie. Eles conhecem um cara incrível e novo na cidade chamado Nick, e acabam se apaixonando por ele. Daí rola um forte triângulo amoroso e a gente fica naquela ânsia para saber se no final a amizade de Francis e Marie vai mesmo acabar porque eles começam a brigar sutilmente pelo cara. Bom, não vou contar o final do filme, quero que vocês assistam e venham aqui me contar se gostaram ou não.

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Todo mundo tem, ou pelo menos já teve, um amigo  egocêntrico. Às vezes não é nem na maldade, seu amigo pode ser egocêntrico por criação, sem nem perceber que está sendo. Normalmente pessoas bonitas demais agem dessa maneira. Estão acostumadas, desde pequenas, a serem o centro das atenções e a receberem mil e um elogios. A culpa não é delas, afinal, esse é o mundo em que elas vivem desde que nasceram. Por isso escrevo esse texto como um alerta pra você parar e refletir se é assim ou não.

Eu, como boa leonina, adoro ser o centro das atenções. Mas me policio muito para não apagar o brilho do outro. Todo mundo merece brilhar, e por mais tímida e reservada que a pessoa seja, nunca é ruim receber um elogio.

Quando falo em apagar o brilho do outro, não é exatamente acabar com o momento de glória dele. Às vezes ele nem tem um momento de glória. Só quero pedir que, pelo amor de deus, deixe a coitada da pessoa falar sobre ela mesma uma vez na vida! Uma das características mais marcantes dos egocêntricos é não saber ouvir e/ou falar sobre outras coisas que não envolvam eles mesmos.

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Primeiramente, queria que todos soubessem que esse post foi escrito por alguém que já teve, acabou de ter e ainda terá muitas vezes, um coração partido. Sim! Eu achei um cara legal. No meio daquela solidão toda, finalmente, depois de conversas, beijos, carinhos, brigas e reconciliações, eu achei um cara legal que me fazia sentir especial. Depois de tanto procurar, quebrar a cara, sofrer e chorar, eu finalmente achei um cara legal. Ou pelo menos era isso que eu pensava.

O cara era um bosta, como muitos outros. Não entendi o motivo, e nem sei se vou entender um dia, mas… Por que é tão difícil ouvir um “não” sincero, de um homem? Qual é a dificuldade em dizer: “Olha, eu nem estou tão afim de você assim, por isso, não espere nada e nem faça nada por mim, pois eu não vou corresponder.”. É sexo que eles querem? Querem nos fazer sentir únicas para conseguir sexo? Nunca vou saber. Mas também não acho que devo me trancar a 7 chaves só para descobrir isso. A gente tem que deixar rolar, de acordo com a nossa vontade, e principalmente: saber a hora de parar.

Essa é a primeira etapa do processo de cura de um coração partido:

1- Saber a hora de parar

Sou a favor de pessoas sensíveis que “pensam” com o coração, mas não podemos ser burros. Pense nos fatos, coloque tudo numa balança sem tentar se enganar.

Você faz tudo pelo cara e ele não faz nada por você? Não sacrifica nenhuma vontade, não mexe nenhum palito para te ver, nunca te da oi no Whatsapp e só espera que você ligue o convidando para sair e ele diga sim? Ou, pior… Te diz vários nãos, mas você acaba vencendo pela insistência? Ou se pá ele só decide de ver porque não tinha nada melhor pra fazer, né. Ok, verifique os sinais com a cabeça (não com o coração) e saiba a hora de parar. Não se humilhe, nem chegue perto disso. Todo mundo tem que ter o mínimo de dignidade e saber quando deve dar um basta na situação. Se um cara te deu um bolo, depois que o relacionamento se tornou físico, é porque ele não te leva a sério. Aceite isso e trate ele da mesma maneira, se não, pare. Ninguém nunca dará valor a pessoas fracas, que ficam correndo desesperadamente atrás de alguém.

2- Cortar todos os laços

Ok, chegamos a conclusão de que esta na hora de parar, mas… Como fazer isso? É simples, porém não é nada fácil. Quando o cara perceber que você desistiu dele e está tentando partir pra outra, ele vai te ligar pra pedir desculpas ou apenas pra te chamar pra sair, como se nada tivesse acontecido. Sabe aquele velho “Oi, sumida!”? Então. Se ele não fizer isso, melhor ainda, será mais fácil desencanar do babaca. Delete e bloqueie no Whatsapp, dê unfollow nas redes sociais, pare de ver o Facebook dele, segure as pontas para não olhar o que ele anda fazendo e delete o número do celular do cara, para não ligar pra ele quando estiver bêbada. Tente esconder TUDO que liga ele a você. Não fique com dó, vocês podem voltar a ser amigos um dia, mas na fase de “abstinência” ele tem que sumir do mapa pra você por um bom tempo!

3- Se distraír

Sim, essa é uma das partes mais difíceis. Você foi forte o bastante para cortar todos os laços, mas chegou aquela sexta feira em que sua única vontade é ligar pro cara e falar pra ele ir na sua casa pra vocês ‘fazerem nada juntos’. Mesmo se todas as melhores baladas estiverem rolando, eu entendo que você trocaria tudo para estar com ele mas NÃO. Tente não pensar nisso. Se distraia. Vá fazer coisas que você deixa pra depois há anos. Aceite o convite daquele carinha mala que te xaveca toda hora. Saia com sua amiga e o namorado dela, ligue pros amigos que você se afastou e chame-os para uma cervejinha costumeira. Assista filmes, séries, desenhe, ouça músicas que te lembram coisas boas, chame seus pais para jantar, faça o que quiser mas… Se distraia, faça qualquer coisa que não te faça pensar nele. E quando se pegar pensando, aprenda a controlar seu pensamento e diga: “Não, não é nele que eu vou pensar. Vou pensar em ___________” (complete com algo do seu interesse).

4- Não comparar

Esse é um estágio mais avançado, depois que você já conheceu outra pessoa (mas continua apaixonada pelo cara que te partiu o coração). Você conheceu um carinha legal, bonitinho, que te da valor, te faz rir, é querido mas… Putz, ele não faz “tal coisa” que o fulano fazia. PARA! Para agora! Não compare o fulano com o atual. Por mais que o atual não pareça ser tudo isso, dê uma chance à ele. Tente lembrar que as pessoas são diferentes, que cada um tem qualidades e defeitos, e tente enxergar o que o carinha novo tem de bom. Se não funcionar, parta pra outro. Se não funcionar, parta pra outro. Se não funcionar, parta pra outro mas saiba que não há nada de errado em estar sozinho também. Aliás, conseguir ser feliz sozinho é um grande passo para encontrar alguém legal.

5- Solidão pode fazer bem!

Eu entendo que ninguém quer ficar sozinho depois de um coração partido mas… Às vezes é preciso ficar sozinho para melhorar. Se conhecer, aprender a se dar valor (porque se você não se der valor, ninguém mais vai dar) e entenda que estar sozinho pode ser uma coisa boa. Quando você se pega num momento em que está feliz sem ninguém, você chega a conclusão de que estar sozinho não é o fim do mundo. Eu mesma precisei ficar muito tempo sozinha pra perceber isso. Quando vi que me bastava, que me gostava e que era feliz e autossuficiente mesmo estando sozinha, foi uma das melhores coisas que já me aconteceram. Então, se dê a chance de ser feliz com você mesmo. Isso te deixa mais bonito, mais alegre, engraçado, ressalta todas as qualidades que você tem e… Todo mundo sabe que alto astral chama alto astral né? Ninguém vai querer pessoas que ficam choramingando pelos cantos porque estão sozinhas. Pessoas fracas só atraem pessoas erradas. Fique bem com você mesmo para estar bem com o resto do mundo, autoestima é o caminho.

Se você falhar em alguma dessas 5 etapas, não tem problema. Volte ao início e faça tudo de novo. É preciso ser forte. Se o cara realmente te quiser, ele vai dar um jeito de falar com você nem que seja indo até a sua casa, levando flores e gritando pra rua inteira ouvir o quanto ele te ama. E mesmo se ele fizer isso, cuidado, ele pode estar mentindo. Tem gente que vai muito longe para conseguir o que quer. Só o tempo diz se as pessoas mudaram ou não, tomem cuidado e se bastem sozinhos.

Ps. escrevi esse texto direcionado para as mulheres, mas também existe muita mulher errada por aí. Todo mundo gosta de ter o ego inflado por alguém e às vezes é difícil perder essa garantia de relacionamento. Então dedico esse texto não só as mulheres, mas a todos os apaixonados incuráveis, que ainda acreditam que encontrarão alguém que realmente valha a pena. Enquanto não achamos a pessoa certa, vamos nos divertir e aprender com as erradas. Não deixe se abater por um coração partido, ele não é o primeiro e nem será o último.

 
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24

nov

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Antes de começar o post, quero deixar aqui registrada minha decepção comigo mesma por não ter sido capaz de editar um vídeo que gravei pra colocar aqui. Nem o Movie Maker eu tive paciência de aprender a usar, então vou ilustrar o post com um vídeo já pronto e editado e lindo que fizeram no evento da Bacardi que participei. hahaha :(

Esse post é o segundo com o tema “RECEITA” aqui no meu blog. Mas dessa vez não é coisa de menininha, doninha de casa boa pra casar não! Nããão, nananinanão! Muito pelo contrário! É de garota baladeira bêbada animada que se joga na balada e ahaza! Hahaha brinks..Mas enfim, vamos parar de enrolar e chegar logo onde interessa!

Introdução: eu sempre fui fã de cerveja. Sempre fui a garota da cerveja, vou pro bar só tomo cerveja, vou pra balada só tomo cerveja e bababi bababá. Bebidas destiladas não são o meu negócio. Não curto aquele gosto de bebida alcoólica que fica na boca, sabe? Só escolhia tomar destilados quando queria ficar triloca [ou seja, quase nunca]. Até que um dia, me chamaram pra fazer figuração num comercial pra internet da Bacardi Mojito.

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Sempre fui uma negação na cozinha. Aliás, nesse quesito ‘dona de casa’ acho que minha nota é zero. Odeio arrumar cama, limpar, passar, lavar louça…Esse não é o meu negócio. Mas ultimamente, confesso que tenho pegado um gostinho por cozinhar. As poucas coisas que tentei fazer ficaram super gostosas e eu me empolguei em fazer mais e mais. Acho que se não tivesse essa história de ter que lavar louça, eu seria uma cozinheira de mãos cheias! hahaha

A última que eu aprontei foi o Brownie. Fiquei dias falando no Twitter que ia fazer, que tava comprando os ingredientes…Até que hoje fiz! Postei fotos, relatos e tudo mais sobre essa minha experiência e ficou tão gostoso [e acho que com uma cara ótima também] que as pessoas me pediram pra passar a receita.

Como eu misturei várias receitas que achei na internet e criei uma minha, resolvi postar ela aqui no blog, junto com as fotos dos brownies a quem se interessar. Vou explicar bem detalhadinho como fiz, pois assim como eu, deve ter umonte de gente que não entende nada de cozinha e não sabe por exemplo como calcular quanto é 110g de manteiga. [hahaha essa foi uma das partes mais difíceis da minha receita]

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19

fev

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Muita gente, quando lê minhas histórias malucas de interação com pessoas estranhas, me dizem assim: “Nossa, queria ter essa sua coragem!

Acho engraçado isso; engraçado pois não me acho corajosa. Pra falar a verdade, se eu paro pra pensar em algo que vou fazer, já era. Não faço. Se pensar 2 vezes simplesmente não faço. Sigo aquele ditado que fala algo sobre se arrepender sabe? “Prefiro me arrepender por algo que fiz a me arrepender por ter deixado de fazer”. É um saco você ter vontade de fazer alguma coisa, fantasiar sobre ela e sobre todas as consequências que ela pode te trazer e no fim não fazer. Ficar pensando: o que poderia ter acontecido? Como teria sido? Acho esse sentimento pior do que qualquer coisa.

Na verdade, isso me alimenta. Naquela hora que eu tô pra fazer, na hora que tô atrás do cara do ônibus pra dar o mini livro pra ele ou na hora que tô deixando um bilhete pro porteiro entregar pro vizinho, é nisso que penso: estou dando agora pois se não der vou ficar puta comigo mesma! hahahaha

Se você tem vontade de dizer que gosta daquela sua amiga, se tem vontade de dizer que ama sua mãe mas tem vergonha…Simplesmente FAÇA! Sua mãe pode morrer, sua amiga pode se mudar…As coisas sempre acontecem sem que a gente espere por elas. Com certeza eu tenho muito mais histórias pra contar do que uma pessoa que simplesmente guarda as coisas pra si mesma. É chato. É triste. Vamos viver com emoção galerë!!!

A seguir, um vídeo que ilustra muito bem esse post. Eu chorei vendo ele, pois estou num momento meio gay da vida mas…Vale a pena assisti-lo por 12 minutos e pouquinho. É lindo. E é um ótimo exemplo de como você pode se arrepender por não ter feito algo que tanto queria. [porém, com um final feliz ♥]

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=uy0HNWto0UY]

ps. pq só eu não encontro um executivo bonito desse jeito todo carente e solitário? hahaha

 
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Esses dias estava no ônibus e reparei na janelinha do ônibus ao lado, um adesivo novo daqueles que explicam que os bancos amarelos são direcionados a pessoas ‘especiais’. Antes, os adesivos alertavam que os bancos especiais eram para gestantes, idosos, pessoas com crianças no colo e cegos [não me lembro se cegos se encaixam no espaço onde fica a cadeira de rodas também, mas enfim...] Agora, colocaram o pictograma de uma pessoa gordinha ao lado desses, ou seja, os bancos especiais também são destinados a pessoas obesas.

Eu sempre respeitei os bancos especiais e faço questão de levantar se chegar alguém com mais necessidade de sentar do que eu – mesmo que eu esteja em um dos bancos normais. Na verdade sou corretinha, me coloco no lugar das pessoas e sempre acabo levantando ou perguntando se a pessoa quer que eu segure sua bolsa etc.

Hoje, sentei em um dos bancos amarelos e num dos pontos seguintes, entrou uma moça obesa – uma que geralmente pega o mesmo ônibus que eu várias vezes. Me lembrei do pictograma de pessoas obesas, olhei para cima e lá estava ele com a frase explicativa logo abaixo. Confesso que fiquei um pouco sem graça de perguntar se a moça queria sentar, fiquei pensando se ela iria se ofender por eu estar oferecendo o lugar pra ela por ela ser obesa…Pois era nova, e estaria totalmente evidente que seria por seu peso. Sem pensar muito, optei pelo politicamente correto, levantei e disse: ‘moça, quer sentar?’ e ela: ‘não não, obrigada!’ eu tentei insistir um pouco dizendo que desceria logo [mentira] mas ela, simpática, agradeceu e disse que não.

Eu sorri e sentei no banco de novo. Passei o caminho inteiro me sentindo um pouco mal por ela ter recusado, sem saber se tinha achado chato eu oferecer, ou se tinha achado educado…Se ela ficou constrangida e por isso não aceitou. O que seria ético fazer neste caso? O ônibus esse horário estava super cheio e ela, além de ficar apertada aguentando seu próprio peso em pé, ocupava um pouco o espaço das outras pessoas. As vezes ela apenas queria ter o direito de ir em pé o trajeto inteito, mas também pode ter se sentido ofendida com a minha atitude.

No final, ela acabou descendo um ponto antes que eu, e com certeza viu que não era verdade que eu ia descer logo e que estava apenas querendo ser gentil.

Acho que minha intenção foi boa, por isso não me arrependo…Mas se ocorrer uma situação dessas de novo, acho que não vou perguntar, vou apenas levantar sem dizer nada. O ruim é se uma pessoa nova e magra como eu pegar o banco e meu plano ter ido por água abaixo! Mas é um risco a se correr, não é mesmo?!

 
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Ontem aconteceu algo muito desagradável comigo na hora do almoço, então resolvi escrever sobre isso pois me fez repensar vários pensamentos que eu já tinha mas que é sempre bom lembrar…

Fui almoçar no Carrefour do shopping Eldorado, e pedi 2 pastéis de carne. Paguei com uma nota de 20 e a mocinha me devolveu o troco com 10 reais a menos. Eu saí andando e quando olhei, voltei lá e disse: “Moça, eu te dei 20..” e ela, pegando o troco de volta toda educada disse: “Ai, me desculpa…”. Depois de conferir na nota fiscal ela falou: “Não, você me deu 10…Eu anoto a nota que a pessoa me dá e aqui coloquei 10..” me mostrando o papel…Bom, eu sabia que não estava louca e tinha certeza que tinha dado 20 então insisti e fiquei esperando ela resolver. Pediu pra eu esperar um minutinho pois ia chamar o gerente [ou alguém com mais autoridade que ela...]. Chegou uma daquelas moças de patins, com uma cara de mau humor e a mocinha do caixa começou a contar TODO o dinheiro que estava no caixa pra ver se tinha algo sobrando. Eu, como sabia que estava certa, não fiz cara feia nem nada, apenas esperei. Horário de almoço né…Começou a formar ma fila enorme atrás de mim e as pessoas começaram a se stressar…E eu nem tchum, continuei esperando, até que a mocinha me fala: “É, o dinheiro tá certo, não ta sobrando nada aqui…”. Eu gelei né? Mas poxa, eram 10 reais, não 10 centavos. Peguei a carteira e mostrei dizendo: “Gente, tinha só uma nota de 20 aqui dentro…Não tem como ter confundidio..Eu dei 20″ [e eu mesma me surpreendia com a calma que eu estava]. A mocinha resolveu contar tuuudo de novo. As pessoas na fila começaram a surtar. “Poxa, eu tô em horário de almoço, não tem como fazer o pedido e pagar no caixa?” “Posso pagar em dinheiro, é só a máquina do cartão que tá quebrada?” …hahaha. Eu já comecei a fazer cara de impaciente mas mesmo assim continuei esperando. Depois de uns 15 minutos, e meus 2 pastéis de carne bem frios na mão, a mocinha termina de contar o dinheiro, e diz: “É, ta certo…TOMA SEU TROCO” suuuuper grossa! …eu mereço?!

Agora pára e pensar: custava dizer “Desculpe, eu errei mesmo…ta aqui seu troco” ou…Pelo menos ser um pouco educada e pedir desculpa apenas, sabe? Eu sempre ODIEI pessoas que tratam mal funcionários tipo garçons, faxineiras e derivados, só que essa menina pediu né? Mesmo assim eu disse: “Obrigada” e saí andando. Não consigo ser grossa com as pessoas assim dessa forma. Mas fiquei indignada e até perdi a fome. Comi os pastéis e fui procurar o gerente da loja.

Passando nos corredores, perguntei pra um cara que arrumava as estantes, onde eu poderia achar o gerente e o cara me fala: “Ih…vai ser difícil viu? Até achar ele vai demorar anos…” e eu: “Putz, pior é que to em horário de almoço, que cocô…” e ele: “É, aqui é um lixo mesmo!” [???] hahaha eu dei risada, claro..Mas por dentro estava com dó de ver como é a política de trabalho daquele Carrefour [se é que se pode chamar isso de política de trabalho].

Para encurtar a história, encontrei um segurança na entrada num balcãozinho de informações e pedi pra ele chamar o gerente. Até que não demorou muito, eu fiz minha reclamação, o gerente pediu desculpas, claaaro, e eu fui embora. Mas nunca vou me esquecer desse fato. Educação é algo tão essencial e simples, que não sei como ainda pode acontecer situações como essa. Fico bastante desanimada com o Brasil nesse sentido, pois sei que a maioria da população é assim, mas ainda prefiro fazer minha parte e fingir que vivo num mundo onde todos são educados, ou pelo menos merecem que eu seja educada com eles.

Fim.

 
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