Sempre fui apaixonada por coisinhas feitas de papel. Antes de me aventurar profissionalmente nesse mundo mágico chamado internet, trabalhava como designer fazendo cartões tridimensionais na Origami. Era apaixonada por cortar, dobrar, colar… Aliás, depois que comecei a trabalhar com internet acabei deixando isso um pouco de lado mas quando vejo algo como esses eletrônicos antigos feitos de papel, eu piro! Mesmo porque, sei o quanto é difícil ter a firmeza e a paciência de cortar pedacinho por pedacinho, beirando a perfeição assim:

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Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que esse é o tipo de filme que eu nunca alugaria.


Odeio comédia romântica, e olha a capa xexelenta que fizeram para o filme aqui no Brasil. Além de feia, é até meio mal feita. Continue lendo…

 
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Pronto, meus dias trabalhando em agência acabaram. Sim, me demiti porque estava questionando totalmente a minha vida profissional, minha relação com a publicidade e o sumiço repentino na minha criatividade e das coisas que sentia prazer em fazer. Foi muito difícil criar coragem para dar um passo tão grande assim: pedir demissão de um lugar que eu adoro trabalhar, adoro as pessoas e a forma como as coisas são vistas. Fui parar na iThink meio que sem querer, para começar a equipe de social media sem nunca ter trabalhado efetivamente com isso. Foi lindo, aprendi pra caramba e sempre fui apaixonada pelo trabalho. Mas quando a paixão acabou, quando aquilo tudo parou de fazer sentido pra mim, eu resolvi sair.

Não há nada errado em desistir

No ápice das minhas dúvidas, resolvi ler um livro indicado por um amigo, chamado O Melhor do Mundo. Me ajudou muito a entender o que estava acontecendo e o que eu deveria fazer. Sim, eu desisti. Mas desisti de algo que eu realmente não queria pra mim naquela hora, não fazia sentido continuar. Poderia ter uma carreira brilhante, aprender mais, crescer mais… Mas pra chegar onde? O lugar que eu ia chegar ficando onde estava, era um lugar que eu não almejava. Então não devo ficar chateada por ter desistido. Devo ficar feliz por ter dado um passo tão corajoso, rumo a sei lá onde, em busca de algo que ainda não sei o que é.

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Aconteceu nesse final de semana um evento de Social Media lá em Fortaleza, chamado Desencontro. Apesar do nome escolhido exatamente para causar polêmica, o evento foi um grande encontro de vários personagens indispensáveis na história da social media, e toda a galera que curte o assunto lá em Fortaleza. Tenho certeza que surpreendeu a todos, tanto quem se inscreveu para assistir quanto todos os palestrantes.

Fui convidada para participar do painel “As mulheres na internet”, que foi o primeiro logo após a abertura do evento. Me surpreendi com a quantidade de participantes e o tamanho daquilo tudo, conheci pessoas super queridas e recebi retornos ótimos de pessoas que viram nosso painel.

Depois de saír do palco, dei uma entrevista para o Diário do Nordeste, falando sobre o quanto a internet é capaz de aproximar pessoas. Eles leram o post do cara da foto 3×4 e pediram para explicar melhor essa história louca. Vocês podem ver o vídeo da entrevista abaixo ou ler a entrevista na íntegra no site do jornal. Achei fofo o título que eles deram para a matéria: O Fabuloso destino de @rebiscoito.

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“Como nunca pensei nisso antes?” foi a primeira coisa que me veio a cabeça ao ver esse vídeo. Vivo matutando ideias para surpreender pessoas com bilhetes, sorrisos, surpresas, presentes e não é nada fácil, sabe? Mas as melhores ideias são sempre as mais simples. Talvez isso que as torne tão incríveis. E quando eu acho pessoas que fazem o mesmo, me dá uma alegria no coração, uma vontade de mostrar pra todo mundo e mais ainda: a vontade de continuar surpreendendo pessoas, sempre.

Não vou me alongar muito nessa introdução, mas olha só que pessoa incrível! Vou traduzir a seguir o que ele fala no início do vídeo, então se você não souber inglês ou espanhol, leia antes:

“Oi,

você não me conhece e eu também não te conheço, mas isso não importa.

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Você já teve algum?

Ontem assisti um filme que queria ter visto ano passado e ele meio que me deu uma luz sobre a vida. Já pararam pra pensar quantas vezes amamos alguém sozinhos? Na verdade a gente só percebe que amou sozinho quando já parou de amar, porque daí já estamos pensando mais com a cabeça e não com o coração. É nessa hora que percebemos o quanto fomos idiotas de não enxergar os sinais. Por isso dizem que o amor é cego! Você fica completamente cego e não percebe o que realmente acontece ou acaba querendo fechar os olhos de propósito. São aquelas famosas chances que a gente dá pras pessoas quando não queremos desistir delas.

O filme Amores Imaginários (Les amours imaginaires ou Heartbeats), conta a história de 2 amigos: Francis e Marie. Eles conhecem um cara incrível e novo na cidade chamado Nick, e acabam se apaixonando por ele. Daí rola um forte triângulo amoroso e a gente fica naquela ânsia para saber se no final a amizade de Francis e Marie vai mesmo acabar porque eles começam a brigar sutilmente pelo cara. Bom, não vou contar o final do filme, quero que vocês assistam e venham aqui me contar se gostaram ou não.

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Você gosta de Woody Allen? Pois tem uma cena de um dos filmes dele que, enquanto eu via, tive um insigh enorme e precisei escrever esse post. Como não ia parar o filme no meio só pra vir escrever no blog, resolvi gravar um vídeo e registrar meus pensamentos. (foi a maneira mais rápida que encontrei na hora)

Não tenho a intenção de começar um vlog nem nada, fora que não manjo bulhufas sobre como editar um vídeo, então ele ta com todos os erros e eu tô nem aí!

O nome do filme é Annie Hall e a tradução em português é Noivo Neurótico, Noiva Nervosa. A cena se passa na rua, e os 2 estão caminhando até o restaurante que vão jantar quando Alvy Singer (Woody Allen) para no meio da calçada e anuncia que vai dar um beijo em Annie Hall (Diane Keaton). Ela, meio sem entender, pergunta o porquê daquilo do nada e ele explica que será mais fácil beijar antes invés de ter que passar por todo aquele tralalá na hora de dar “o tão esperado beijo”.

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Essa semana foi publicada uma entrevista que dei ao Casal Sem Vergonha. Eles tem um canal bem bacana no YouTube, onde falam, basicamente, sobre sexo e relacionamentos. O legal é que os dois tem uma visão bem diferente e aberta sobre o assunto, e eu adoro ver as pessoas falando sobre relacionamentos e entender como cada um encara diferentes situações. Em determinados pontos, ao ouvir opiniões diferentes, sou bem aberta a rever meus conceitos e talvez mudar de opinião. Vocês também são assim?

Bom, como a entrevista ficou bem legal, achei que valeria fazer um post. A gente gravou bastante coisa, eu abri minha vida falando tudo o que pensava sobre sexo, namoro, flertes, traição e outras coisitas mais. Na edição final, foram cortadas algumas partes mais explícitas  (UI!), levando em consideração que até meu pai lê meu blog - pois é gente, fiquei sabendo disso esses dias! – e acho que ele não precisa saber de certas coisas. Beijos pai! ♥

Depois de verem o vídeo, quero muito ler os comentários de vocês para saber o que acharam. Será que nossas opiniões são parecidas? Será que vocês discordam totalmente de algo que eu falei? Será que eu consegui fazer alguém rever seus conceitos e, talvez, mudar de opinião? Espero que vocês se abram nos comentários, assim como fiz no vídeo. E também espero que gostem :)

 
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Dessa vez não vim contar uma de minhas histórias mirabolantes ou chorar as pitangas pra vocês. Vim lançar uma pergunta, fazer um questionamento, que me fez pensar bastante e sinceramente não sei responder:

Você é a pessoa favorita de alguém?

Perguntinha cretina né? Encontrei num curta (bem curtinho mesmo) da Miranda July e resolvi compartilhar com vocês:

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24

nov

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Antes de começar o post, quero deixar aqui registrada minha decepção comigo mesma por não ter sido capaz de editar um vídeo que gravei pra colocar aqui. Nem o Movie Maker eu tive paciência de aprender a usar, então vou ilustrar o post com um vídeo já pronto e editado e lindo que fizeram no evento da Bacardi que participei. hahaha :(

Esse post é o segundo com o tema “RECEITA” aqui no meu blog. Mas dessa vez não é coisa de menininha, doninha de casa boa pra casar não! Nããão, nananinanão! Muito pelo contrário! É de garota baladeira bêbada animada que se joga na balada e ahaza! Hahaha brinks..Mas enfim, vamos parar de enrolar e chegar logo onde interessa!

Introdução: eu sempre fui fã de cerveja. Sempre fui a garota da cerveja, vou pro bar só tomo cerveja, vou pra balada só tomo cerveja e bababi bababá. Bebidas destiladas não são o meu negócio. Não curto aquele gosto de bebida alcoólica que fica na boca, sabe? Só escolhia tomar destilados quando queria ficar triloca [ou seja, quase nunca]. Até que um dia, me chamaram pra fazer figuração num comercial pra internet da Bacardi Mojito.

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