Ser da geração Y é mágico. Estava aqui pensando que quem nasceu nos anos 80, como eu, teve a oportunidade de viver a vida e aprender as coisas de um jeito mais roots, quando internet ainda nem existia, tipo escrevendo diários, colecionando adesivos, papéis de carta, enviando cartas escritas à mão pelo correio… Mas também pôde pegar a internet desde o começo e evoluir com ela. Chat da Uol, ICQ, Msn, “oi, quer tc? Como vc eh?”. E hoje, Tinder, Happn, online dating de nicho. É só apertar o coração e ver se a pessoa também curtiu você. A conversa? Ela começa por texto no celular mesmo, sem muito comprometimento. Se não rolar papo, a gente passa pro próximo.


Lembro até hoje como era quando eu estava na escola. Internet era só depois da meia noite, quando era mais barato pra se conectar. Então conversar com o crush online, nem pensar, né? Celular também não tinha. “Mas como vocês faziam então, tia Renata?”. Bom, queridos jovens, a gente passava o telefone de casa. Dava pro amigo do crush e ele tinha que ter a coragem de ligar pra gente, olha só que desafio! Além do constrangimento de falar com a pessoa pela primeira vez no telefone e ficar arranjando assunto, a gente ainda tinha que ficar de olho pra ver se a mãe não estava ouvindo a conversa pela extensão, era uó! A minha mãe fez isso da primeira vez que um carinha me ligou em casa, fiquei puta da vida.


A gente dava mais a cara a tapa, tinha que peitar as situações. Mas isso não quer dizer que hoje também não seja divertido. O friozinho na barriga antes de encontrar um Tinderette é exatamente o mesmo que eu sentia quando o boy me ligava em casa pra conversar sobre amenidades, acho que isso a internet não tira da gente. Conversar por mensagem de texto sem olhar no olho da pessoa é fácil, mas sempre vai chegar o momento que a gente vai precisar encontrar a pessoa ao vivo e lidar com a realidade, a não ser que você seja desses que curte um romance virtual apenas. (nada contra, tá?)


Eu acho um máximo ter vivido no passado, mas também adoro viver no futuro. Me adapto fácil à essas mudanças e curto a melhor parte dos dois mundos. Estou sempre ansiosa para ver as próximas novidades que a tecnologia guarda pra gente. E você, qual dos dois mundos prefere? Eu confesso que tenho saudade de escrever cartas. Hoje meu diário são minhas redes sociais, e tenho medo de todas essas informações serem perdidas daqui a uns anos. Mas acho que esse é o apego que o passado deixou em mim. O que tá em alta hoje em dia é o desapego, criar conteúdo que se apaga em 24 horas. Amo o Snapchat, mas o desapego é algo que ainda preciso trabalhar muito em mim.

Ps.: falando em Snapchat, me segue lá: rebiscoito

 
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Tenho um casal de amigos muito querido: o Fê e a Debbie. Eles moram em vários países do mundo enquanto trabalham pela internet com seus dois cachorros, a Lisa e o Luca, e juntos fazem o Pequenos Monstros, um blog inspirador pra todo mundo que ama viajar e sonha em ter uma vida de nômade digital. ❤

A gente se conheceu em São Paulo, mas já se encontrou em Berlim e em Lisboa, e eu espero ainda poder encontrá-los em vááárias outras partes do mundo. Em sua última visita ao Brasil, eles foram lá em casa gravar esse vídeo comigo e eu me diverti tanto gravando que fiquei com mais vontade ainda de gravar mais vídeos e, quem sabe, começar um canal real oficial rebiscoito. hahaha brinks. Mas já tenho vontade de criar um canal desde quando YouTube nem era cool ainda, mas olha aí… Nunca criei e a vontade ainda continua aqui.

Espero que vocês tenham gostado do vídeo e ainda queiram ser meus amigos depois de saberem que eu comia tatu-bola e roubava os brinquedos dos meus amigos de infância. haha

Comentem aí no post respondendo as perguntas das cartinhas do vídeo, vou AMAR saber que eu e o Fe não éramos as únicas crianças malévolas desse mundo, hahahaha.

 
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Pois é amigos, nunca achei que fosse dizer isso, mas recentemente descobri um mundo completamente novo e estou amando: o mundo dos podcasts! <3

Sempre me perguntei porque os podcasts não tinham vingado, afinal, são mais antigos do que muitos formatos de conteúdo que bombam hoje em dia. Eles não vingaram, mas também não morreram. Parece que estão sempre ali resistindo, esperando para se tornarem ~a nova sensação do momento~. A gente ouve falar que nos Estados Unidos podcasts estão crescendo, virando uma febre, bla bla bla… Mas ainda não vejo a grande massa ouvindo ou se quer se interessando em saber o que é.

Eu demorei pra me interessar. Comecei com uns podcasts furados para “treinar o sotaque britânico no inglês” e “aprender francês em poucas horas”, e ficava achando aquilo tudo muito chato e só comprovando o fato de que podcasts eram um porre. Daí insisti e pedi indicações para amigos, porque talvez eu estivesse ouvindo os podcasts errados. Comecei pelo 99% Invisible e em seguida o Mamilos, do B9. Tinham me falado super bem do 99% Invisible, mas eu achei os assuntos um pouco aleatórios demais e às vezes tinha dificuldade de prestar atenção no que eles estavam falando. Me sentia meio burra porque apesar do meu inglês ser bem bom, tinha vezes que eu não entendia o que eles falavam, daí perdia o foco. Aliás, tinha uma coisa que eu não entendia sobre podcasts: por que diabos todos os podcasts dão essa mini avançadinha no áudio fazendo com que as pessoas falem muito rápido? É pra encurtar o tempo do podcast? …fui uma newbie total, amigos. Depois de um mês tentando ouvir podcasts, descobri que meu aplicativo de podcasts no celular estava com a opção de áudio avançado por default. Hahaha… Quando coloquei todos na velocidade normal, foi como se as portas do mundo mágico dos podcasts tivessem se aberto para que eu entrasse.

E eu entrei, amigos. Entrei, fiquei e não acho que vá sair mais.

Além de começar a gostar do 99% Invisible, ouvi toda a primeira temporada do Serial em uma semana, me diverti horrores com as histórias e temas interessantes do Note to Self e descobri o Heart, que é um podcast que fala do que eu mais amo nessa vida: relacionamentos.

Uma das mudanças mais legais que percebi nesse meu novo hobby, foi que o ato de ouvir alguma coisa ganhou um significado totalmente novo. A gente não ouve um podcast como se ouve uma música, porque o podcast exige que a gente preste atenção. Não dá pra ouvir enquanto estou trabalhando ou lendo alguma coisa, como normalmente faço com música. Apesar de não ter nada físico nas mãos, o podcast exige 100% de atenção, então eu comecei a ouvi-los enquanto fazia tarefas automáticas e chatas, como por exemplo dobrar roupas ou lavar a louça. Essas atividades que antes eu considerava insuportáveis, se tornaram agradáveis porque eu não sentia que estava perdendo meu tempo fazendo elas. Era até legal porque os podcasts estavam tão interessantes que quando eu menos esperava, já tinha concluído a tarefa chata. Ouso dizer até que já tiveram vezes que senti que queria mais roupas pra dobrar ou mais louça pra lavar, só pra continuar ouvindo aquele podcast até o final.

Hoje crio situações para poder ouvir meus podcasts. Opto por ir a pé até os lugares ao invés de pegar ônibus. Não me incomodo mais em estar parada em algum lugar “sem estar fazendo nada”. Ando sorrindo na rua por causa das histórias que ouço nos meus fones brancos de ouvido e espero ansiosamente pelo próximo episódio daquela história que estou acompanhando.

Passei a olhar as pessoas na rua de um jeito diferente também. A gama de opções do que elas podem estar ouvindo em seus fones de ouvido ficou bem maior e mais interessante. Além de estilos musicais que imagino para elas, hoje em dia passei a pensar: que tipo de podcast essa pessoa deve estar ouvindo? Ela esta sorrindo sozinha, com certeza está ouvindo um podcast! Queria ir lá perguntar qual é pra gente trocar figurinhas <3

Então, ouço muito menos música do que ouvia antes e acho uma pena que os podcasts ainda não tenham vingado. Mas agora posso dizer com certeza que faço parte da turminha que curte, defende e adora falar sobre podcasts na mesa do bar. Quais podcasts você escuta? Me conta um pouco mais sobre eles!

Ps. para quem quiser se aprofundar um pouco mais na discussão sobre porquê os podcasts vingaram, não vingaram e se eles são mesmo o futuro ou não, esse texto é bem interessante: Podcast e o futuro do rádio.

 
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Se você me segue nas redes sociais, já sabe que estou solteira novamente e voltei pro Tinder. Não, isso não é uma notícia boa porque ainda sou completamente apaixonada pelo meu ex namorado, mas a distância São Paulo – Londres era o menor dos nosso problemas, então tivemos que tomar a difícil decisão racional de terminar. Depois de passar mais de dois meses na fossa, sem nem conseguir olhar pro lado, resolvi levantar e partir pro ataque. Não ataque aos bofes, mas sim ataque a minha alma que parecia estar morta. Tô tentando dar uns socos nela pra ela acordar e eu voltar a ser uma pessoa feliz, que não fica choramingando e sofrendo por amor pelos cantos.

Bom, enquanto meu coração não encontra um novo amor verdadeiro (coisa que no momento eu sinto que nunca vai acontecer), eu me divirto com as pessoas erradas e fazendo parte do meu time do coração: o time da zueira. Apesar de estar muito mais seletiva no Tinder – acho que dou não pra 90% dos caras que aparecem, – tô bem menos encanada com o fato de conhecê-los pessoalmente. Comigo tem sido assim: se deu match, é porque tô a fim de pelo menos saír pra uma breja. Sem essa de enrolação ou papinho mole. (A não ser que o cara seja um babaca né, disso a gente não consegue fugir antes de dar like apenas julgando pela aparência)

As experiências até agora, apesar de poucas, foram todas divertidas. Tenho optado por caras que estão apenas de passagem, porque não tô a fim de me apegar a ninguém ou ter que lidar com aquele joguinho chato de “será que ele vai ligar no dia seguinte? será que eu mando mensagem? zzzzz”. Se o cara ta só viajando as coisas são obrigadas a acontecer mais rápido e não tem necessariamente que ter uma continuação. Muito pelo contrário: elas já tem até uma data pra acabar.

Esses dias apareceu um gringuito chamado Maxi, que parecia ser divertido pelas fotos. Ele usava aquela funcionalidade de ver o Tinder em outro país, porque pela localização ele tava a mais de 9 mil km longe de mim. Pensei: “Bom, se pá ele tá se adiantando pra conhecer alguma garota na sua futura próxima viagem a São Paulo, certo?” - Mas isso eu nunca saberei.

Curti o bonitinho e deu match na hora. “Oba!” – E mandei uma carinha:

Esperei mais ou menos um dia e ele não respondeu. Mas vi que ele entrou no Tinder várias vezes ao longo do dia, então com certeza tinha visto minha mensagem. Bom, talvez ele não seja muito criativo e mandar um simples emoticon é uma tática meio curinga né? Te dá o crédito de ter começado a conversa mas ao mesmo tempo não diz nada sobre você e também não ajuda a pessoa a continuar o papo. Ok, vamos dar uma chance pro boy:

“Where are you?
(isso já me levava a descobrir de que país ele era pra talvez ter alguma referência do que conversar…?)

Fui solenemente ignorada de novo.

Daí fiquei pensando: “Cara, que merda né? Por que uma pessoa entra no Tinder, dá match e não responde? É muita sacanagem. E o cara nem ta aqui no Brasil, qual é a dele?” – Depois de passar a raivinha do ego ferido, resolvi perder o último pingo de dignidade que tinha e tentar mais uma vez, com um pouquinho de bom humor:

“Match but no chat? Bo bo bo boooriiinnng ¬¬’”

Esperei horas, dias e……….. NADA.

Meu lado leonina de ser não me deixou abater. Resolvi encarar aquele fora com dignidade e mostrar pra mim mesma que lidar com a tragédia fazendo piada é bem mais legal do que ficar chorando a perda de algo que nunca tive. Daí falei assim:

Para contextualizar, dei o apelido de MaxiBean porque os dois dentes da frente dele pareciam dois grandes feijões brancos. Fora que colocar a palavra “feijão” depois do nome, dá um ar meio lúdico e engraçadinho para a coisa toda, né?

Daí, depois de mandar várias mensagens falando sobre minha vida pra ele, como se ele realmente fosse um amigo imaginário, algo inesperado aconteceu. Contei a história no Snapchat, pra facilitar a vida de vocês que, assim como eu, tem preguiça de ler:

A parte que vocês ainda não sabem é que eu acabei respondendo. Olha a continuação da trama:

O problema é que depois de enviar isso, adivinha só? O Maxibean, que na verdade voltou a ser Maxi porque se tornou real novamente, ENTROU NO TINDER VÁRIAS VEZES AO LONGO DO DIA E NÃO RESPONDEU A PORRA DA MINHA MENSAGEM. Gente, não é muita sacanagem ele me ignorar pela segunda vez na vida, sendo que eu nem pedi por isso? Tô aqui preferindo acreditar que eu sou legal e ele é um babaca, que o problema não sou eu, é ele, haha, mas meu coração está ferido. Ele simplesmente assassinou meu amigo imaginário, acabou com a minha diversão e me deixou sozinha no mundo sem eu nem precisar dele in the first place.

Agora tô aqui tentando decidir o que fazer. Continuo mandando mensagens pra ele e fazendo a louca? Ignoro ele pra sempre e deixo ele descer na lista da minha coleção de matches do passado? Acho que tem horas que a gente precisa apenas aceitar que perdeu. Mas ainda não consegui passar dessa fase da vida!

 
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Hoje acordei e pensei: vai ser um bom dia. Levantei da cama cedo, fui na feira comprar legumes, dei comida pra Pandora, brinquei com ela, fiz café da manhã… E enquanto ia pro trabalho, debaixo daquele solzão quente, sentia o calor do sol, dava bom dia pras pessoas na rua… Sabe aquela pessoa irritantemente feliz? Então, era eu. Daí, chegando no trabalho, me deparo com um envelope em cima do teclado, todo escrito à mão, com o endereço dizendo “Brazil”, com Z mesmo. O selo era dos Estados Unidos, então logo pensei: não pode ser do Sam. Primeiro porque ele fala Brasil com S (eu que ensinei!), e segundo porque o selo não era do Reino Unido. Mas quem poderia me mandar uma carta tão bonitinha dos Estados Unidos? Não tenho amigos lá…

Daí abri toda ansiosa e eis o que vejo:

[clique na foto para ver maior]
Meus olhos se encheram de lágrimas, eu tinha certeza que o dia hoje ia ter mesmo bom. Lógico que mandei mensagem pra ele no mesmo minuto e ele ficou super feliz que chegou. Disse que num dia super ocupado ele acabou caindo em um site, achou bonitinho e resolveu me mandar uma carta. Mas como foi meio rápido e ele não tinha nada no histórico de e-mail, ele nem lembrava qual era o site. Ainda bem que a pessoa que escreveu a carta colocou o endereço atrás:

Primeiro eu estranhei que não tinha nem carimbo de data e apenas um selo sem muitas explicações. Endereço do remetente também não, daí descobri que era o projeto artístico de um americano chamado Ivan Cash, que assim como eu, trabalha com publicidade. Bom… Ele trabalhava. Há alguns anos atrás ele resolveu largar seu ~emprego dos sonhos~ numa agência em Amsterdam e começou esse projeto de escrever cartas para estranhos, já que ele amava escrever cartas mas com a correria da vida lhe faltava tempo. A gente recebe tantos e-mails por dia, que dá até agonia de ter que ler todos. Às vezes pode até ser um e-mail carinhoso de alguém que a gente gosta, mas nem se compara a recebermos uma carta escrita a mão dessa pessoa, né?

A ideia foi tão incrível que ele e seu time enviaram mais de 10 mil cartas, publicaram um livro e hoje em dia promovem um evento anual, que dura uma semana inteira e pessoas do mundo inteiro participam. Infelizmente não dá pra entrar no site e enviar uma carta, parece que o esquema é ficar de olho na fanpage do projeto para saber quando vai rolar o evento e mandar a sua carta. O desse ano rolou na primeira semana de novembro e eu tive sorte do meu namorado, que mora do outro lado do mundo, achar o site a tempo e me mandar uma cartinha! Fico imaginando quem foi a pessoa que escreveu, acho que foi uma menina porque a letra é super bonitinha e a pessoa se importou em escrever o nome do Sam com um coração e xxx com caneta colorida. <3

Essas são algumas fotos de cartas que já foram enviadas pelo Snail Mail My Email, olha que graça:

Agora me respondam:

Fiquei aqui pensando no quanto essa ideia é incrível e tem tudo a ver com o meu blog. Se eu fizesse um esquema desses de enviar cartas escritas a mão, todas caprichadinhas com ilustrações feitas por mim, quanto você pagaria pelo envio? Quem sabe não faço as contas do material e tempo que gastaria fazendo isso, e começo um projeto paralelo que deixaria meus dias e o dia de outras pessoas mais feliz?

 
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Gente, é o seguinte: passei um mês na Europa agora de férias e tô cheia de fotos e dicas incríveis pra vocês de Paris, Londres, Berlim e Copenhague e logo logo vou encher o blog de posts falando sobre isso. Mas tem uma coisa que vocês precisam saber antes e eu tenho só essa semana pra conseguir fazer, então é urgentíssimo! rs

Para resumir a história, durante os 13 dias que fiquei em Londres conheci um inglesinho chamado Sam e acabei me apaixonando perdidamente por ele. Foram 5 dias de amor intenso, mas depois eu tive que ir embora pra Berlim e só nos restou a comunicação por whatsapp, skype, etc. Triste né? Tenho certeza que todos vocês que estão lendo isso sabem o que é ter um amor distante e o quanto é valioso poder ter qualquer momentinho perto dessa pessoa. O cheiro, o toque, a pele… Como isso faz falta, meu deus do céu!!! E agora estando no Brasil o encontro se torna ainda mais impossível :(

Anyway… Surgiu uma oportunidade linda que pode me dar uma viagem pra Londres de 4 dias. Levando em conta que dois desses dias são de ida e volta, eu teria apenas dois dias pra poder curtir com ele, mas isso já é MUITO considerando que estamos em continentes diferentes e não há esperança nenhuma de um encontro num futuro próximo.

Quem ta fazendo o concurso é a Ray-Ban e ele chama The Order of Never Hide. Os participantes devem completar 5 desafios um tanto quando peculiares, e depois de ter eles aprovados pela galera do site, é preciso conseguir pontos para subir na escala e conseguir ganhar. Eu já tô no nível máximo na escala dos participantes mas ainda preciso de MUITOS pontos pra ser a vencedora. Então queria pedir a ajuda de vocês pra votarem nos meus desafios. Cada voto equivale a 100 pontos, então é importante que vocês votem em todos! Também descobri que dá pra votar em browsers diferentes, então se você tiver Firefox, Chrome e até Internet Explorer no seu computador: MANDA BALA! Só não dá para votar pelo celular, o que é uma pena.

Dentre os desafios tem até foto minha de calcinha e sutiã, hahaha, então vocês também tem a oportunidade de rir um pouco da minha cara. Bom, vamos aos desafios e como fazer para votar neles:

Forte como couro
Nesse eu tive que mandar uma foto que representasse o meu ideal máximo de heroísmo e virtude.

Para votar, acesse o link e clique em “RESISTENTE”

Lábia de veludo
Nesse eu tive que conversar com um “galã virtual” e ele me pediu pra cantar uma música de ninar. Ok, podem rir de mim no vídeo mas votem, tá? rs

Para votar, acesse o link e clique em “VELUDO”

Meu segredo mais íntimo
Nesse eu tinha que fazer a confissão de um dos meus segredos mais íntimos.

Para votar, acesse o link e clique em “ROBUSTO”

Nervos de titânio
Nesse eu tinha que assistir um vídeo cheio de coisas nojentas e imagens fofos, e não mostrar a mínima reação. Nem se quer piscar!

Para votar, acesse o link e clique em “FORTE”

Intimidade camuflada
Nesse eu tinha que mandar uma foto de calcinha e sutiã. Sim, eu mandei, e se você clicar vai conseguir ver a foto. Apenas vote, rs.

Para votar, acesse o link e clique em “SIM, É BEM CAMUFLADO”

Vocês podem votar até o final de setembro, que é quando eles vão apurar os resultados. Vale também pedir ajuda pros amigos, divulgar esse post pra família e o que mais tiver ao seu alcance. Eu prometo que depois, com mais calma, faço um post completinho contando como eu conheci o Sam e quantas coincidências estão presentes na nossa breve história de amor. Claro né? Considerando que estamos falando de Rebiscoito, a nossa história TINHA que ter um milhão de coincidências brilhantes.

Obrigada pela ajuda! <3

UPDATE

Não consegui ganhar o concurso, mas queria agradecer a comoção de todo mundo! Vários amigos votaram e ajudaram a divulgar esse post, um monte de gente nova que eu nem conhecia também se sensibilizou e, poxa… Foi incrível! Eu comecei a participar do concurso um pouco tarde, mas mesmo assim consegui ser a segunda pessoa mais votada DO MUNDO no concurso. O Primeiro, infelizmente, também era brasileiro então ele levou a viagem. Mas ta valendo, né? Se não era pra ser, não era pra ser. Agora é esperar a próxima promoção e também trabalhar muuuuito pra ganhar uma grana e conseguir comprar passagem pra Londres e ver meu bonitinho de novo :’)

 
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Esses dias achei mais um daqueles projetos que me fez indagar: “Como não pensei nisso antes?!”. Tem tudo a ver comigo porque mistura experiências com estranhos e ilustrações.

Criado por três garotas da Califórnia, o projeto “When you’re a stranger” convida pessoas a ilustrarem situações irreais que eles viveram com pessoas reais. Sabe quando um estranho interage com você na rua, ou você vê uma cena bizarra e tem vontade de contar pra todo mundo? É uma ideia muito singela e interessante, porque estabelece um contato com o mundo dos estranhos que eu tanto amo! Já pensei em várias situações que eu gostaria de ilustrar, principalmente aquelas que vivo no transporte público. hahaha

Segue algumas das melhores ilustrações/histórias que eu achei.

YOU INVITED ME INTO THE KIDDIE POOL

“We were both drenched with sweat.
The dance party was among the most legendary.
She asked me to join her in the ankle-deep water.
She teaches acting for a living.”

YOU SAID I HAD A BEAUTIFUL VOICE

“I sat at the red light in my car, singing – okay, bellowing – along to the radio, channeling my inner Mariah Carey. Out of the corner of my eye I see the car in the turning lane inch up and stop, once, twice, three times. I panic. They’re trying to get my attention. “Maybe they want directions,” I think. So I turn my head to see a handsome, 40-something-year-old man with a friendly smile in the car next to me motioning for me to roll down the window. I turn down the blaring music and roll down my window. “You have a beautiful voice,” he says wryly as the light turns green. I laugh and thank him quickly before driving away. Maybe he was serious, maybe it was mockery – either way it was funny, and it made my Monday.”

YOU TALKED ABOUT HITLER ON THE FIRST DATE

“You were charming, you were cute, you were passionate. But somewhere between ordering drinks and getting our appetizer you started talking about Hitler and fluoride brain-washing by our government. I began to worry.”

YOU SERVED ME A PROVOCATIVELY SHAPED PASTRY

“He followed us into the bakery and walked behind the counter. He served us provocatively shaped pastries and asked us how old we were. We never did find out if he actually worked there.”

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E aí, curtiu? Contaí aí nos comentários a história que você gostaria de ver ilustrada! Quem sabe não rola uma inspiração e a gente faz uma versão brasileira? :)

 
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Há algumas semanas gravei um vídeo para o Lavanderia Yahoo! falando sobre amores na internet. Você já arranjou um amor online? Ou já teve problemas de relacionamento com seu namorado(a) por causa das redes sociais? COMO LIDAR?

Eu, Maria Loverra e Michel falamos um pouquinho das situações mais comuns e mais bizarras que a gente vê em relação a amores e confusões amorosas que se dão por causa da nossa vida online. Tipo quando você termina com o seu namorado e o cara que ele mais tinha ciúmes vai lá e dá um “CURTIR” no seu status de solteira do Facebook. Ou quando você acha o perfil do gatinho que você pegou na balada e a foto dele de avatar é ele sem camisa na praia fazendo Hang Loose. Pois é… Internet tem dessas coisas. Ah! Também demos algumas dicas de como você pode agir para não fazer feio na internet e facilidar o encontro com seu par ideal.

E aí, gostou do vídeo? Deixe um comentário contando uma história dessas boas que a gente vê acontecendo “com um amigo de um amigo meu” hihihi.

 
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Essa semana conheci um site que acabou dando uma bombada de tão legal que é. Mas para quem não chegou a ver ou teve preguiça de entrar pra conhecer, vou contar aqui e tentar te convencer de que vale muito a pena dar uma olhada. Eu por exemplo ando viciada e confesso que passei dias inteiros de trabalho ouvindo músicas e conhecendo bandas novas. (a parte boa do home office é que posso deixar o som no talo sem ninguém reclamar da música!)

Sou daquelas que, quando gosto de uma banda, ouço MUITO até enjoar. E vira e mexe tenho aqueles momentos onde não aguento mais ouvir as músicas do meu iTunes e saio em busca de coisas novas, mas é difícil achar bandas muito boas depois que o last.fm virou pago. O que sempre fazia era baixar mensalmente a Indie Rock Playlist, que disponibiliza para download um torrent com várias músicas indies por mês, e tinha bastante coisa boa. Mas as vezes coisas ruins também.

Para que serve o Turntable?

O Turntable, além de te fazer conhecer bandas novas, funciona como se fosse uma balada virtual. Continue lendo…

 
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… a nova versão do meu blog!!!

Finalmente tomei vergonha na cara, comprei um domínio e fiz um layout bacana. Vocês não perdem por esperar!

Eu mesma desenhei o layout e foi bem difícil pois mesmo tendo me formado em design, nunca tinha feito algo online. Agora que tenho ele desenhadinho e bonitinho, um amigo vai me ajudar a programar e, em breve, vocês verão o blog totalmente de cara nova! Espero que na semana que vem eu já consiga colocar tudo no ar, mas vamos com calma pois sou novata nessa coisa de códigos e tal.

O nome também vai mudar. Me desculpem vocês que gostam do nome atual mas eu sempre odiei o nome do blog. É muito grande e chega a dar vergonha alheia de mim mesma. Não sei onde estava com a cabeça quando escolhi esse nome. A única coisa que faz sentido pra mim é a frase “Sempre pensei nisso mas nunca contei pra ninguém”, pois é a essência do blog eu acho. Fiz ele com a intenção de escrever coisas que pensava/fazia e nunca contava pra ninguém. E não é que acabaram gostando? :)

Então, para deixar esse post como recordação, coloco aqui a foto do layout antigo, que ainda é o atual mas logo logo não será mais:

Agora é só aguardar! Logo logo vocês terão novidades.

Ficou tão bonitinho que quero começar a postar mais, sobre vários assuntos e temas. Claro que vou continuar com as minhas histórias de flertes, bilhetes e desconhecidos… Mas o problema de só falar disso é que as coisas demoram muito pra acontecer e eu acabo postando muito pouco. Pra quem reclama da falta de posts, vou começar a postar com mais frequência, mas com assuntos variados que me agradam tipo: design, filmes, moda, internet… Eu realmente espero que vocês gostem! Estão ansiosos? Eu tô SUPER!

 
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